Sem preconceito para fazer negócios
Double income, no kids (dois salários, sem filhos). Nos Estados Unidos, este é o termo usado para designar a elite econômica gay, segmento de mercado composto por casais gays que é responsável por movimentar a cifra nada desprezível de US$ 514 bilhões/ano. Aqui no Brasil também não é diferente. Estima-se que as cerca de 200 empresas já desenvolvem produtos e serviços voltados a esse público (gay friendly) faturem anualmente R$ 150 milhões. Afinal, são 20 milhões de homossexuais, o equivalente a 11% da população do país, um público consumidor que se caracteriza por alto nível de escolaridade e renda e, por conseqüência, também um elevado padrão de consumo.
Clínicas veterinárias, lojas de animais, agências de viagem e até construtoras já estão adotando atitude gay friendly para atrair esse público que, como não poderia deixar de ser, também já chamou a atenção do setor publicitário. A Seu Expedito , inaugurada na semana passada, é a primeira agência especializada no público gay do país. Segundo Leonardo Gmeiner (que é apenas gay friendly), o objetivo é justamente atender a crescente demanda deste mercado.
Torcedores gremistas comemoram inauguração da nova agênciaMarcadores: gay friendly, Mercado gay, publicidade

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