NOTÍCIA DO DIA - Número de alunos de cursos a distância aumenta quase 20 vezes em três anos
Verifique se a escola está autorizada a oferecer o curso: está credenciada no MEC? Identifique na página do ministério na internet (portal.mec.gov.br/index.php);Peça recomendações!SÃO PAULO - A EAD (Educação a Distância) cresceu quase 20 vezes (1.867%) no Brasil, entre 2003 e 2006. Segundo o Censo da Educação Brasileira, feito pelo Inep (Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacinais) e pelo MEC (Ministério da Educação), havia 21.873 inscritos em 2003, número que passou para 430.229 em 2006.
Além disso, o Inep comparou o desempenho desses alunos com os dos cursos tradicionais no Enade (Exame Nacional de Desempenho dos Estudantes), e comprovou que, em sete das 13 áreas pesquisadas, os estudantes do EAD tiveram um desempenho melhor.
Preços
De acordo com o presidente do Conselho Científico da Abed (Associação Brasileira de Educação a Distância), Waldomiro Loyolla, o curso a distância não é nem mais caro nem mais barato do que os realizados presencialmente. "É difícil distinguir por preços. Até existe um mito de que os cursos a distância são mais baratos", afirmou.
Entretanto, o presidente do conselho disse que a crença não é verdadeira. Para ele, é a demanda que determina se o curso a distância será mais caro. "Toda vez que se ganha em escala, pode ser que fique mais barato. Para oferecer o curso, tem toda uma fase de preparação, que pode ficar cara, se for oferecida para um pequeno grupo".
Loyolla afirmou que o curso a distância não veio substituir o presencial. "Eles oferecem flexibilidade para quem tem resistência geográfica ou temporal. No geral, eles não são preferência".
Além disso, o Inep comparou o desempenho desses alunos com os dos cursos tradicionais no Enade (Exame Nacional de Desempenho dos Estudantes), e comprovou que, em sete das 13 áreas pesquisadas, os estudantes do EAD tiveram um desempenho melhor.
Preços
De acordo com o presidente do Conselho Científico da Abed (Associação Brasileira de Educação a Distância), Waldomiro Loyolla, o curso a distância não é nem mais caro nem mais barato do que os realizados presencialmente. "É difícil distinguir por preços. Até existe um mito de que os cursos a distância são mais baratos", afirmou.
Entretanto, o presidente do conselho disse que a crença não é verdadeira. Para ele, é a demanda que determina se o curso a distância será mais caro. "Toda vez que se ganha em escala, pode ser que fique mais barato. Para oferecer o curso, tem toda uma fase de preparação, que pode ficar cara, se for oferecida para um pequeno grupo".
Loyolla afirmou que o curso a distância não veio substituir o presencial. "Eles oferecem flexibilidade para quem tem resistência geográfica ou temporal. No geral, eles não são preferência".
Marcadores: Ensino à Distância EAD

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