17.9.07

Cadeia Sustentável

Quando uma empresa com 176 milhões de consumidores mensais, operação em 15 países, 6,7 mil lojas e faturamento anual de US$ 345 bilhões como a rede norte-americana Wal-Mart começa a mudar o seu posicionamento no mercado, é melhor os seus 60 mil fornecedores ficarem de olho. Depois de ser acusada de destruir o pequeno varejo de cidades onde as suas megastores se instalam, comprar mercadorias de fabricantes que exploram o trabalho infantil e de explorar os seus funcionários ao limite da escravidão, a empresa abraçou a causa da sustentabilidade com metas ambiciosas. Quer reduzir a geração de lixo na companhia a zero, utilizar energia 100% renovável e vender produtos que não ameacem o meio ambiente e os recursos naturais.
Para conseguir cumprir seus objetivos, surge a ameaça/oportunidade: todos os participantes da cadeia de valor do Wal-Mart, incluindo fornecedores de equipamentos, insumos e produtos, também devem se engajar à sua causa.
Um exemplo está no Brasil. A Cromo Steel, fabricante de equipamentos para supermercados, está testando em uma das lojas do Wal-Mart na grande São Paulo um novo modelo de carrinho de compras que usa caixas de papelão ondulado como cestos. Além de tornar as compras mais práticas (basta o cliente acondicionar os produtos nas caixas, pagar e levar embora), o novo equipamento dispensa o uso de sacolas plásticas.

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