6.12.07

Brasil, país do futuro 1


"Durante muito tempo, me perguntaram se não era o caso de tirar o B da sigla. No início, achava a pergunta engraçada. Depois, comecei achá-la grosseira. Agora a questão soa apenas tola. O Brasil parece hoje o mais interessante entre os quatro países. Não é preciso que o país cresça à taxa anual de 10% para justificar seu posto. Bastaria manter uma taxa consistente de 3,5%. Mas estamos vendo algo além -- parece que o Brasil entrou em um período de crescimento sustentável de 5% ou mais. O impacto positivo da China sobre as commodities, o papel natural do país na produção de etanol e, mais importante ainda, os benefícios de uma inflação estável e baixa -- fato pouco considerado por grande parte das pessoas no Brasil -- são fatores que estão transformando a nação. As expectativas de inflação estão melhorando em todos os setores da sociedade brasileira e, com isso, seus benefícios se tornam mais abrangentes e as evidências econômicas disso devem ficar ainda maiores. A estimativa é que 5% pode ser a taxa natural de crescimento brasileiro por algum tempo." Jim O'Neill, economista do bando Goldman & Sachs que cunhou o termo BRIC

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