Herança cultural define perfil de ascensão profissional
Por meio da professora Tania Casado, da Fia, o Brasil participou de uma pesquisa internacional reunindo 40 países sobre o perfil de ascensão profissional dos executivos. O estudo avaliou o comportamento dos executivos para se promoverem e uma das descobertas mais interessantes é de que ele muda de acordo com a cultura de cada país.
Nos países anglo-saxões e economicamente mais desenvolvidos, os executivos tendem a ser mais comprometidos com a organização e buscam a sua ascensão pelo mérito e respeito aos valores da empresa. Nos países de colonização portuguesa, entre eles o Brasil, predomina o perfil do auto-indulgente, o executivo que costuma "puxar saco" e aproveitar da situação para se promover ou culpar o contexto pelos seus insucessos. Outro, o destrutivo, é encontrado nos países de colonização espanhola, como México, Argentina e a própria Espanha. Neles, predomina a cultura do "os fins justificam os meios", em que, para se promover, vale até a destruição da empresa e de outros profissionais, não só moral mas até física.
Considerando-se que uma empresa e sua cultura organizacional reflete a personalidade e os valores culturais de seu país, é possível deduzir que também as empresas possuem esse perfil.
Ou seja, também existem empresas certinhas, auto-indulgentes e destruidoras, influencidadas pelo perfil de seus executivos e de suas origens culturais.

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