Índice Global de Talentos
"Se o talento é o combustível do nosso futuro, precisamos localizar suas principais fontes, identificar onde estão as reservas e saber, rapidamente, como dar vazão a esse fluxo e estimular seu crescimento. O Indicador Global de Talentos vai nos permitir fazer isso", explica Kevin Kelley, presidente mundial da consultoria Heidrick & Strugle que, junto com a revista ingles The Economist, é responsável por esse novo indicador. O estudo, realizado em 30 países, mapeou as fontes de talento em todo o mundo, destacando os países em que eles mais se desenvolvem.
Em primeiro lugar, como não poderia deixar de ser, estãoos EUA, seguidos por Reino Unido, Canadá, Holanda e Suécia. O Brasil ficou na 23ª colocação.
O estudo levou em conta variáveis demográficas, qualidade de educação fundamental, universidades e escolas de negócios, ambiente para geração de talentos, mobilidade e acessibilidade no mercado de trabalho, tendências para atrair investimentos estrangeiros e capacidade de atração de talentos de outros países. De acordo com Kelley, a forma com que os profissionais são estimulados e desenvolvidos importou mais no estudo do que a quantidade de potenciais talentos existentes no país.
Embora as perspectivas apontem que o Brasil caia para a 25ª posição no GTI até 2012, o presidente da H&S é otimista em relação ao país. "O Brasil terá várias oportunidades de formar seus próprios talentos, principalmente no que se refere à iniciativa privada."
Ranking Mundial de Talentos, segundo a The Economist / H&S
1 - EUA
2 - Reino Unido
3 - Canadá
4 - Holanda
5 - Suécia
6 - China
7 - Alemanha
8 - Austrália
9 - França
10 - Índia
23º Brasil
Marcadores: Gestão de talentos, Global Talent Indicator, RH

0 Comentários:
Postar um comentário
Assinar Postar comentários [Atom]
<< Página inicial