17.10.08

FRASE DA SEMANA

"A educação é a manifestação da perfeição que já existe no homem."

Swami Vivekananda, guru indiano do século 19

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OPORTUNIDADE - Microsoft pode funcionar como agência de publicidade

Apesar do faturamento de US$ 3 bi com publicidade, Steve Ballmer, CEO da empresa, acredita que o forte da Microsoft ainda é o software.

Em visita ao Brasil, Steve Ballmer, CEO da Microsoft, afirmou que a empresa pode funcionar como agência de publicidade ao ter contato direto com o anunciante e também oferecer conhecimento de audiência. "Esta é uma plataforma que pode ser usada como uma agência, principalmente para pequenos anunciantes", disse. O executivo também informou que neste ano, a Microsoft faturou US$3 bilhões com venda de publicidade. Porém, Ballmer ainda aposta que o forte da Microsoft são softwares. "Daqui a dez anos eu acredito que estaremos mais fortes no mercado de softwares. E toda a publicidade será digitalizada, inclusive a impressa", previu.

Para o CEO, daqui a uma década existirá um "papel digital e flexível", no qual será possível interagir assim como ocorre hoje com a internet. Enquanto o advento não existe, Ballmer criticou o search marketing, apesar dessa forma de comunicação abranger 50% do mercado de publicidade on-line. "Devemos aprender a fazer publicidade com conteúdo, de forma comercial e para as pessoas. E acredito que o search marketing, daqui a dez anos, não será a mesma coisa que é hoje", apostou.

Seguindo a mesma linha de pensamento, Bruce Woolsey, diretor de negócios e desenvolvimento da Microsoft, citou dois exemplos de publicidade on-line inteligente que foge do padrão "search marketing-banner". O primeiro é um anúncio da Levi's onde aparece um casal dançando e se o internauta se interessar em ver o comercial, ele passa o mouse em cima e o anúncio é ampliado e o vídeo continua. Ao final, o consumidor pode interagir com o anúncio para descobrir as funções das calças jeans e se desejar, basta clicar em cima do link da loja virtual.

Outro exemplo citado foi o do Red Bull, no qual o internauta interage com o vídeo e mixa a trilha sonora, inclui figuras e ainda pode salvar sua criação e mandar para dois amigos, onde um será o juiz e o outro, seu concorrente. "É realmente assustador, mas não há regras para a internet. Eu os desafio a pensarem fora da caixa", declarou.

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NOTÍCIA DO DIA - Blogs já influenciam tanto quanto a grande mídia, diz pesquisa

Segundo um levantamento do e-Marketer, publicado hoje, a linha que separa os blogs dos grandes veículos de mídia desapareceu, já que ambos já exercem a mesma influência na sociedade da informação.

Esta foi a principal conclusão do estudo patrocinado pela Technorati, conduzido entre julho e agosto deste ano.

Segundo dados da comScore Media Metrix, os blogs tiveram 77 milhões de visitantes únicos nos EUA em agosto, enquanto o MySpace teve 75,1 milhões e o Facebook, 41 milhões.

Uma pesquisa de julho deste mesmo instituto apontou que quatro dos dez maiores sites de entretenimento eram blogs: o OMZ e o TMZ ocuparam o primeiro e o segundo lugar, respectivamente.

Outro dado importante é que, em todo mundo, 34% dos blogueiros compartilham experiências com marcas e produtos e cerca de 37% fazem review de produtos.

Enquanto isso, a Microsoft ignora veículos de Internet quando o diretor-executivo de sua empresa visita o Brasil.

Mais sobre a pesquisa aqui.

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2.10.08

ARTIGO - Geração Y: se não pode vencê-los, junte-se a eles

A ascensão dos jovens no mundo corporativo nunca foi tão rápida. Como revelam algumas das principais empresas brasileiras, profissionais nascidos a partir de 1978 (batizados como “geração Y”, mas também conhecidos como “Millenium” ou “Net”) já ocupam de 15% a 25% dos cargos de liderança, e essa proporção só tende a aumentar. Como resultado da eficiência dos programas de estágio e trainees, atualmente as empresas brasileiras detém a maior proporção de profissionais com menos de 24 anos da América Latina, conforme revelou pesquisa recente da Stanton Chase International/Grupo Foco. Significa que estes jovens deverão assumir cargos de gerência nos próximos anos, consolidando a “juniorização” das lideranças.
Os “Y” possuem características peculiares: encaram o trabalho como desafio e diversão, prezam um ambiente informal com transparência e liberdade para troca de idéias, valorizam o trabalho em equipe e querem promoções rápidas. A maioria dos gestores da “geração X” (nascidos entre 1965 e 1977) e “Baby Boomers” (1946 e 1964) porém, encontra dificuldades em assimilar e até mesmo aceitar o comportamento dos mais jovens por entrar em conflito com seus próprios valores, principalmente no que se refere às relações formais e de hierarquia. Um dos novos desafios do RH, portanto, é incorporar os valores dos Y de modo a integrar, e não se chocar, com a cultura organizacional.
Nesse aspecto, a comunicação exerce papel fundamental sob dois aspectos. Em primeiro lugar, informando e conscientizando os gestores seniores sobre a importância de compreender e se adaptar aos valores e interesses da nova geração. Em segundo lugar, abrindo novos canais de diálogo entre os colaboradores e entre estes e a organização, fator essencial para o estabelecimento de políticas e ações alinhadas com os interesses da empresa.
Para ser efetiva, a própria comunicação também precisa se adaptar ao perfil dos Y. Acostumados à velocidade e interatividade, eles se entediam facilmente com boletins impressos e murais, lentos e tecnologicamente pobres. Só é possível conquistá-los incorporando os recursos que estão acostumados a usar no dia-a-dia: blogs, podcasts, mensagens instantâneas, wikis, redes sociais e demais meios da chamada web 2.0.
Além de proporcionar informação atualizada constantemente, estes recursos também possuem outra característica importante para o mundo corporativo: a reação imediata. Ao contrário das antigas ferramentas do passado, os novos meios de comunicação são vias de mão dupla em que o receptor é capaz de responder até instantaneamente às mensagens por meio de comentários, posts e até “torpedos” de celular. Monitorando essa comunicação, a área de RH ganha um valioso feedback sobre vários aspectos, desde o clima organizacional e receptividade em relação às campanhas internas até os diferentes interesses e motivações que movem os “Y”, os “X” e os “BB”.
A web 2.0 possibilita também não só interagir como também criar o seu próprio conteúdo, distribuído em diários pessoais, comunidades ou redes de colaboração que extrapolam as limitações geográficas. Pessoas em filiais de diversas cidades, estados ou mesmo países podem trocar experiências em relação a questões técnicas e projetos, ou mesmo trabalhar colaborativamente. Nos Estados Unidos, proliferam as empresas que usam podcasts para treinar os seus colaboradores. Em alguns casos, eles próprios fazem seus próprios podcasts, mantidos à disposição na intranet da companhia.
Embora promissores, estes exemplos ainda constituem exceção, pois a incorporação dessa tecnologia ainda se encontra em sua fase inicial. Na verdade, a maior parte das empresas se encontra à margem do processo, quando não ignora completamente essas possibilidades. O acesso restrito ou mesmo a proibição do uso da internet no local de trabalho é um exemplo.
De certa forma, as empresas não estão erradas ao “desconfiar” dos benefícios proporcionados pela web 2.0. Afinal, o fenômeno é muito recente e ainda há diversos obstáculos a serem superados para garantir que tudo funcione em harmonia.
Também não há fórmulas prontas ou receitas de sucesso, pois um novo modelo de comunicação está diretamente relacionado aos valores e à cultura de cada organização. O maior desafio é estabelecer regras para a participação de blogs e redes sociais que mantenham a espontaneidade das colaborações mas, ao mesmo tempo, evitem a dispersão e o seu uso indevido.
Como se pode perceber, a web 2.0 não é apenas um meio de se atrair jovens talentos à empresa, mas um meio para integrar a própria empresa por meio de uma nova cultura organizacional baseada nos valores dos jovens talentos: velocidade, transparência, informalidade, autonomia e diversão. Cabe ao RH e à comunicação liderar todo esse processo, conscientizando, informando, recebendo e fornecendo feedback e, sobretudo, aprendendo.

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22.9.08

FRASE DA SEMANA

"A educação é cara? Experimente a ignorância!"

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NOTÍCIA DO DIA - AFINAL, QUEM SÃO AS MELHORES?

Desde que duas empresas/publicações passaram a auferir o ranking das melhores empresas para se trabalhar no Brasil, essa relação vem ficando cada vez mais confusa. A prova são as novas listas de 2008.
Entre as 10 primeiras colocadas de cada ranking, somente 3 estão presentes nas duas relações: Chemtech, Caterpillar e Laboratórios Sabin.
Em vista desta discrepância, é importante que se chegue a um consenso ou sejam estabelecidos alguns critérios comuns. Caso contrário, a credibilidade desse trabalho e, mais importante, do trabalho das empresas participantes, ficará seriamente comprometido.


10 Melhores empresas para se trabalhar / Great Place To Work - Revista Época

1) Chemtech

2) Caterpillar

3) Microsoft

4) Accor

5) Laboratório Sabin

6) Banco Real

7) Magazine Luiza

8) Kaizen

9) Zanzini

10) Promade

10 Melhores empresas para se trabalhar / Revista Exame - Você SA

1) Volvo

2) Chemtech

3) Masa

4) Caterpillar

5) Landis + Gyr

6) Laboratórios Sabin

7) Arcelor Mittal

8) Promon

9) Albras

10) Serasa

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6.9.08

FRASE DA SEMANA

"Ninguém pode ter 20 prioridades. No máximo cinco."

"Ninguém é incompetente, só está no lugar errado. O trabalho do líder é saber qual o lugar certo de cada um."

"Minha experiência me convenceu que, sem dúvida, os mesmos princípios que permeiam todos os negócios - dos vendedores de rua às grandes empresas. A linguagem de um vendedor de rua é a mesma de um profissional como Jack Walsh ou Michael Dell."

"Inovar significa compreender uma nova necessidade do consumidor e transformar isso em vendas. Inovação sem consumidor é inútil."

Ran Charan

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4.9.08

OPORTUNIDADE - Audiência dos blogs não pára de crescer

Há dois meses, pela primeira vez, os diários eletrônicos foram visitados por mais da metade dos brasileiros, segundo dados do Ibope/NetRatings. Os blogs foram acessados por 12,1 milhões de usuários, o equivalente a 51% dos internautas ativos do país, pessoas que navegam pela rede pelo menos uma vez por mês.
No entanto, o que dificulta o sucessos dos blogs é justamente o perfil dessa audiência. Além de ser muito pulverizada, essa base de usuários não constuma permanecer muito tempo em um blog. Em geral, esse tempo de permanência é de apenas dois minutos por mês.

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1.9.08

NOTÍCIA DO DIA - Crianças brasileiras fazem tudo ao mesmo tempo

Desde 2006 o pessoal do Cartoon Network realiza um amplo estudo para saber o que fazem e pensam crianças e adolescentes no Brasil. Esse ano a pesquisa, chamada ‘Kids Experts’, contou com a participaçao de quase 7 mil pessoas, entre 7 e 15 anos de idade, e investigou a relaçao dessa turma com a tecnologia e os aparelhos eletrônicos.

Uma das principais descobertas do trabalho é que 73% dos nossos meninos e meninas usam mais de um equipamento, como TV e computador, ao mesmo tempo. Mas isso nao acontece de maneira uniforme em todas as faixas etárias. Até os 8 anos, os pimpolhos possuem em geral uma relaçao passiva com a tecnologia, dando atençao a uma mídia de cada vez. Dos 9 aos 11 aumenta a interaçao com os diversos aparelhos e além de entretenimento eles passam a buscar também informaçao – é nessa fase que o computador torna-se mais importante e que os meninos começam a perder a noçao do tempo na frente do videogame. A partir dos 12 anos, enfim, as crianças atingem o auge da interatividade, usando com mais intensidade computadores e celulares para se comunicar com os outros e pilotando simultaneamente até 8 equipamentos.

Na comparaçao entre os sexos, a pesquisa revelou que 79% das garotas e 70% dos garotos sao multitarefa – o que confirma a tese de que desde cedo as mulheres aprendem melhor do que os homens a gerenciar muitas atividades diferentes. Além disso, as meninas usam a tecnologia prioritariamente para se comunicar, enquanto os meninos preferem se divertir. Para você ter uma idéia, mais de 70% das garotas pesquisadas utilizam programas de mensagens instantâneas, sendo que 46% fazem isso todos os dias. Tem mais – 2/3 dessas meninas fazem parte de alguma comunidade online e têm em média 23 amigos virtuais que nao moram na mesma cidade. Já os meninos estao mais preocupados em brincar. Prova disso é que 75% deles têm videogame, com o Playstation liderando o ranking das preferências.

Vale lembrar que os usuários desse canal pago pertencem a elite do país. Mesmo assim, impressiona a precoce importância que a tecnologia alcança na vida desses nativos digitais, acostumados desde cedo a fazer tudo ao mesmo tempo e a ter entretenimento, informaçao e comunicaçao disponíveis instantaneamente, 24 horas por dia, 7 dias por semana. Certamente o consumo de mídia dessa galerinha será bem diferente do que o de seus pais. (29/8/2008 - BlueBus)

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29.8.08

FRASE DA SEMANA

"Tenha seus amigos por perto e seus inimigos ainda mais perto."

Nelson Mandela

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