24.12.07

FRASE DA SEMANA


Em homenagem à John Lennon, o Business Up Date se despede de 2007 desejando a todos um ótimo Natal e Ano Novo. Estaremos no ar novamente à partir de 7 de janeiro.

"A vida é o que acontece quando você está fazendo outros planos."

John Lennon

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19.12.07

NOTÍCIA DO DIA - Brasil é 6º em ranking de poder de compra, afirma Banco Mundial

O Brasil está empatado com outras quatro nações na sexta posição entre as maiores economias do mundo, considerado o método de paridade do poder de compra do Banco Mundial, diz o G1. O cálculo transforma as riquezas geradas por um país em uma moeda comum para medir o que o dinheiro em circulação dentro da nação pode comprar. Segundo o Banco Mundial, o Brasil tem 3% do Produto Interno Bruto (PIB) mundial, empatado com Reino Unido, França, Rússia e Itália. Neste método, caso a população de uma determinada nação consiga comprar mais bens com uma menor quantidade de dinheiro por conta do custo de vida mais baixo, ela pode aparecer mais bem colocada no ranking do que um país mais rico. Segundo a Folha Online, o ranking é liderado pelos EUA, que é seguido por China, Japão, Alemanha e Índia. Ao lado do Brasil, em sexto lugar, aparecem: Reino Unido, França, Rússia e Itália. Essas economias, ao lado de Espanha e México, são responsáveis por dois terços da renda mundial, apurou o Banco Mundial.

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18.12.07

OPORTUNIDADE - CONHEÇA OS 4 PERFIS DOS COMPRADORES


Em seu livro Superdicas para vender e negociar bem, Carlos Alberto Júlio, diretor do grupo HSM, sugere aos profissionais de vendas identificar os quatro perfis de compradores antes de realizar uma negociação. São eles:

- Pragmático: baseado na razão. Não é de conversa fiada e quer respostas diretas e objetivas.


- Analítico: é racional mas não tem pressa para comprar. Adora gráficos, informações técnicas e números.

- Afável: Dá mais atenção para o vendedor. Quer estabelecer relacionamento e confia na sua assessoria.


- Expressivo: rápido e agitado, usa mais a expressão. Compra baseado no relacionamento, preza a parceria. Elogie-o!

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NOTÍCIA DO DIA - Ranking das cem empresas mais competitivas tem 13 brasileiras

Folha Online

Treze empresas brasileiras estão na lista das cem companhias mais competitivas dos países em desenvolvimento, segundo ranking elaborado pela consultoria americana Boston Group. O Brasil é o terceiro país em número de representantes, atrás apenas da China, que têm 41 nomes, e da Índia, com 20 empresas.

As gigantes nacionais que aparecem na lista já eram esperadas: Vale, Petrobras, Embraer, Gerdau, Votorantim e Braskem. Também constam Sadia, Perdigão, Natura, Coteminas (tecidos) e WEG (motores), além de JBS-Friboi (carne) e Marcopolo (carroceria de ônibus), que estréiam no ranking.

Depois do Brasil, os países com mais empresas são México (sete) e Rússia (seis). Da América Latina aparecem ainda Argentina e Chile, com apenas uma empresa cada. O ranking lista também companhias da Turquia (três), Tailândia, Malásia (duas cada), Egito, Hungria, Indonésia, Polônia, todos com uma. (clique e veja a lista completa)

Segundo a Boston Group, que faz o ranking pelo segundo ano consecutivo,"companhias dos países em desenvolvimento têm crescido tão rapidamente que ameaçam líderes da indústria mundial", principalmente da Europa e Estados Unidos.

"A indústria precisa conhecer estes novos rivais e agir o mais rápido possível", afirma David Michael, um dos responsáveis pelo estudo intitulado "100 Novos Desafiantes Globais: Como Empresas de Economias em Desenvolvimento estão mudando o Mundo".

"Para aqueles que se movimentarem rápido, essas empresas podem se tornar grandes clientes, fornecedores e até parceiros estratégicos. Para aqueles que não tomarem alguma atitude, as empresas irão representar uma feroz competição e, com o tempo, se transformarem potenciais compradores", continua Michael.

Ao todo, 3.000 empresas foram avaliadas a partir de seus lucros, faturamento, previsão de investimentos e gastos com aquisições. "Com mais de US$ 1,2 trilhão em rendimentos e mais de US$ 1,5 trilhão em aquisições investido por ano, o crescimentos das empresas é formidável", afirma o relatório, disponível no site da Boston Group (www.bcg.com).

O documento menciona ainda o crescimento para além das fronteiras regionais. "Em 2006 essas empresas completaram 72 aquisições internacionais, ante 21 realizadas em 2000. Já a média dessas transações foi de US$ 156 milhões, em 2001, para U$ 981 milhões em 2006."

A consultoria destaca que, desde 2004, o rendimento dessas cem empresas de países em desenvolvimento cresceu três vezes mais rápido que o das 500 maiores companhias dos Estados Unidos, representadas no indicador Standard & Poor's 500, da Bolsa de Valores Nova York.

"Mas as ambições são muito maiores", diz o documento, segundo o qual os rendimentos das empresas chegarão a US$ 3,3 trilhões até 2010 e passarão de U$ 11,8 trilhões em 2015.

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17.12.07

NOTÍCIA DO DIA - MySpace desembarca no Brasil

Lançado em 2004 nos Estados Unidos, o site de relacionamento MySpace - do grupo News Corp. - desembarca oficialmente nesta sexta-feira, 14, no Brasil. Desde novembro disponível em versão beta, a página em português da maior rede social da internet já conta com mais de 20 comunidades e cerca de um milhão de usuários com perfis cadastrados.

Nos 22 países em que está presente, o MySpace possui uma base de 110 milhões de visitantes únicos por mês e conta com um extenso acervo de conteúdo musicais exclusivos. Para a operação brasileira, o canal de música conta com mais de 55 mil perfis de artistas além de disponibilizar canções de grupos como Pato Fú, Mutantes e Dead Fish. "Nossa relação com os artistas é muito boa e a plataforma de divulgação que eles encontram no MySpace facilita essa troca e exclusividade", afirma Victor Kong, diretor de estratégias do MySpace Latin América.

Como principal fonte de receita, o site apostará em publicidade com modelos tradicionais e diferenciados de inserções. Entre os que se destacam está a criação de perfis customizados por parte dos anunciantes que podem ser adicionados nas redes de amizades dos usuários como forma de estreitar o relacionamento.

"Para esse modelo ofereceremos mais de 50 ferramentas exclusivas que permitem aos anunciantes inserirem vídeos, áreas de votação, fórum de debates e executar pesquisas, entre outras", conta Andrea Orsolon, gerente comercial do site. Segundo Emerson Calegaretti, diretor geral do MySpace Brasil, nos Estados Unidos mais de cem empresas já criaram seus perfis, entre elas Adidas, Ford e Coca-Cola, e na Argentina já existe um experiência da fabricante de celulares Nokia na Argentina.

"Por ser uma rede social saudável e com minucioso controle do conteúdo publicado, as marcas já têm apresentado interesse nesse tipo de publicidade no Brasil", conta o executivo, que vem colaborando de maneira próxima com autoridades para garantir a segurança e privacidade na internet brasileira.

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FRASE DA SEMANA

"As pessoas que sabem 'como', sempre terão um emprego. As pessoas que sabem 'por que' serão sempre seus chefes."

Diane Ravitch

13.12.07

OPORTUNIDADE - FURTOS RESPONDEM POR MAIS DE 50% DAS

Os furtos continuam sendo a grande dor de cabeça do varejo brasileiro e um dos principais motivos da diminuição da competitividade no setor. De acordo com a 7ª Avaliação de Perdas no Varejo Brasileiro - Edição 2007 (realizado em conjunto pela Abras, Grupo de Prevenção de Perdas Provar/FIA, Canal Varejo, Nielsen e ABF), os furtos internos e externos somados representaram 50,5% das perdas do setor em 2006, superando os 47% registrados no ano de 2005. No geral, o índice médio de perdas no varejo apurado foi de 1,86% (ano base 2006), representando um aumento de 0,12% ponto percentual em relação ao ano base de 2005, que ficou na casa dos 1,74%. Participaram do estudo 51 empresas das área de alimentação (a maioria em fast food), farmácias e drogarias, eletroeletrônicos, supermercados e outros segmentos.

De acordo com o levantamento do Provar, em 2006 os furtos internos declinaram dois pontos percentuais em relação ao ano anterior e atingiram 25,8%. No entanto, houve um crescimento de seis pontos percentuais nos furtos externos, que ficaram na casa dos 24,7% em 2006. Por setores analisados, as drogarias apresentaram uma taxa de furtos internos e externos de 33,9% e 30,3%, respectivamente. Já no segmento de alimentos, os índices apurados foram de 7,7% para furtos internos e 11,6% para os externos. No supermercadista, os furtos internos representaram 16,6% enquanto os externos ficaram em 20,1%.

“Esses índices demonstram que apesar dos esforços do varejo, essa é uma questão muito séria e que tira a competitividade de um setor em que as margens de ganho já são reduzidas. Portanto, é preciso pensar nesse problema de forma mais ampla, combinando estratégias para intensificar a vigilância nos estabelecimentos, apostando em treinamento de pessoas, adotando sistemas eletrônicos de vigilância eletrônica, enfim, fechando o cerco contra os furtos para aumentar a lucratividade”, analisa Meire Santos, da Plastrom Sensormatic (www.sensorbrasil.com.br), empresa especializada em soluções de segurança eletrônica para o mercado corporativo.

Versátil Comunicação Estratégica

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NOTÍCIA DO DIA - Meio Digital discute o consumidor da nova era

Aprender a lidar com o consumidor que está conectado o tempo todo e exerce um poder muito maior na chamada Web 2.0 é o desafio enfrentado pela indústria da comunicação assim como por anunciantes e agências de publicidade. Em debate realizado nesta terça-feira, 11, para o lançamento da terceira edição da revista Meio Digital, do Grupo Meio & Mensagem, profissionais do setor discutiram o que vem sendo chamado de User Generated Content (UGC), ou seja, o internauta como um novo produtor de conteúdo. "Na internet as chances de ser criticado pelos usuários são muito grandes e, por isso, as empresas devem tomar cuidado com seus produtos e com o relacionamento que nutrem com seus consumidores. Motivá-los a participar e interagir com a marca é um caminho irreversível", comentou Caíque Severo, diretor de conteúdo do Internet Group (iG).

Também participante da mesa de debatedores, André Bianchi, diretor de Estratégias Digitais e Novos Negócios do Grupo Estado, lembrou o recente episódio que causou rusgas entre o grupo e blogueiros brasileiros em razão de uma campanha publicitária mal interpretada. "Estamos em fase de experimentação e sujeitos aos acertos e aos erros. Essa campanha que mencionava os blogueiros gerou uma repercussão negativa, mas com o aprendizado conseguimos lançar com grande sucesso nosso portal jovem", disse Bianchi em referência ao Limão, projeto que inclui conceitos de redes sociais e conteúdo focado nos jovens e, muitas vezes, produzido pelos próprios visitantes. "Para se ter uma idéia estamos recebendo uma série de emails de pessoas interessadas em entrar para as comunidades do Limão e participar de nossos comerciais", contou Bianchi, que afirmou ainda enxergar na nova era digital uma gama de oportunidades para se faze também publicidade para nichos de consumidores como forma de otimizar os resultados.

A idéia de segmentar a propaganda e deixar o consumidor interagir ativamente dos processos de comunicação dos anunciantes também foi defendida por Paulo Loeb, diretor de atendimento da F.biz. "A aproximação tem que ser vista de forma positiva pelas empresas e agências. Não é mais possível tentar controlar e muito menos se omitir diante deste cenário. Para manter a boa relação é importante que se ofereça conteúdo mantendo o foco na mensagem que o anunciante quer passar para o mercado e sempre dar retorno aos internautas", disse Loeb. "Ninguém mais compra qualquer produto ou qualquer idéia. É preciso entregar o que se propõe sempre e entender quem está do outro lado da rede", finalizou.

Meio & Mensagem 14/12/2007

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12.12.07

Notícia do Dia - Economia cresce 5,2% em 12 meses, a maior alta desde 2004


O Produto Interno Bruto brasileiro acumulado em 12 meses, até setembro, cresceu 5,2%. É o maior resultado desde 2004, segundo dados divulgados pelo IBGE nesta quarta-feira. Na comparação com o mesmo período do ano passado, o PIB teve alta de 5,7% no terceiro trimestre deste ano. O crescimento superou a taxa do trimestre anterior, que havia registrado alta de 5,4%. Na comparação com o período de abril a junho, o PIB brasileiro subiu 1,7%, mantendo a trajetória de elevação iniciada no primeiro trimestre. O maior destaque foi a agropecuária, seguida pela indústria e pelo setor de serviços. Em valores, o PIB do terceiro trimestre de 2007 alcançou R$ 645,2 bilhões. O Produto Interno Bruto é a soma de todas as riquezas produzidas no país.

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11.12.07

Novidades no Blog Business Up Date

O Business Up Date tem a partir de agora novos conteúdos. Além de divulgar e oportunidades de novos negócios no Brasil e no mundo, o blog passa agora a ter mais dois complementos: notícias diárias e artigos quinzenais, sempre com o mesmo enfoque. E, sempre para fechar, a frase da semana.

Notícia do Dia - Brasil fica em sexto entre os mais atrativos de IDE

Acaba de ser divulgado em Dubai o ranking FDI (de Investimento Direto Estrangeiro) da ATKearney, uma consultoria que pergunta diretamente aos CEOs de grandes empresas em que países eles estão interessados em investir. O Investimento Direto é aquele que vem para ficar, em indústrias, novos negócios. Não é o capital do investidor que vai para o mercado financeiro.
O Brasil, este ano, voltou à sexta posição (no ano passado ficou na sétima). Os líderes, como já estamos acostumados, são a dupla China-Índia, seguida de Estados Unidos, Inglaterra e Hong Kong (este pulou da décima para a quinta posição). Depois do Brasil, vem Cingapura, que saiu da 18ª posição para a 7ª e os Emirados Árabes, que saíram nada mais nada menos da 22ª posição para 8ª.

Ou seja, entre os dez primeiros, o Brasil é o único latino; numa lista que tem cinco asiáticos. Cerca de 30% dos CEOs alteraram positivamente sua visão sobre o Brasil, e 5%, negativamente. O país é o quarto destino mais interessante de investimento direito para os asiáticos; o oitavo para os europeus, que preferem os países do leste; e o sétimo para os EUA.

A outra boa notícia é que a tendência de alta do volume global de investimento direto se manteve. Em dólar, ela chegou aos US$ 1,31 trilhões em 2006. O que é perto dos US$ 1,4 trilhão de 2000. (Desde o 11 de setembro ela vinha caindo).

Do outro lado, os investidores listaram os principais motivos que podem afetar o investimento direto no próximo ano: uma parada no crescimento dos Estados Unidos, a volatilidade do dólar, um possível aumento dos juros, um maior controle dos governos sobre empresas, aumento dos preços da energia. Quanto às preocupações, na cabeça, ficaram também a questão energética, com o risco de escassez, e a mudança climática.

Mirian Leitão - 11/12/2007

10.12.07

Artigo - As 4 sugestões para aproveitar as férias e aumentar sua empregabilidade

Uma autora escreveu recentemente que “a função das férias é quebrar a rotina de trabalho, fazendo com que o funcionário se descontraia e se revigore”. Cabe aqui um pensamento: não será melhor quebrar a rotina do trabalho, de nossas atividades de uma maneira geral, no nosso dia-a-dia, para nos descontrair e revigorar? Somos totalmente partidários a estar em “estado” de férias todos os dias, ou seja, felizes com o que fazemos, nos descontraindo, nos revigorando, quebrando a rotina, buscando novos caminhos, e principalmente aprendendo a falar NÃO. Não para os excessos, sejam eles quais forem, inclusive aqueles que levam a um excesso de informação e comunicação exarcebada. Uma distribuição adequada do nosso tempo em atividades alinhadas com as nossas motivações internas certamente minimizará o nosso estresse, seja ele qual for.

Assim, estamos chegando mais uma vez num período bastante propício para refletirmos sobre o nosso desenvolvimento pessoal e profissional para os próximos anos. Hoje, mais que nunca, o conhecimento envelhece com rapidez e é suscetível de um rápido desgaste. O aprendizado, que é a fonte da transformação pessoal contínua, passou a ser a mola mestra do nosso desenvolvimento contínuo. Nada mais importante para sobreviver e se diferenciar em um mundo corporativo marcado cercado de mudanças constantes e exigente de inovação, criatividade, liderança e flexibilidade de seus executivos e profissionais.

A pessoa que não aprende continuamente e não é capaz de desenvolver, compartilhar, mobilizar, cultivar, praticar, rever e difundir conhecimentos não será capaz de encontrar um posto de trabalho com eficácia. Um posto de trabalho que possa alinhar as tarefas com as suas motivações internas. Um posto de trabalho que permita se ter uma chance de trabalhar com aquilo que gostamos e nos faz feliz.

Portanto, é fundamental identificar os conhecimentos essenciais, saber onde estão disponíveis neste mundo globalizado e planejar como poderão ser adquiridos de forma compatibilizada com o desenvolvimento pessoal e profissional. Por esse motivo, as férias são o momento ideal para aprender coisas novas de forma despreocupada e descontraída. A experiência demonstra que as pessoas, quando brincam, aprendem com mais facilidade. Tal fato deve-se à espontaneidade de seus atos e à oportunidade de demonstrar o que sabem e o que não sabem sem o medo de errar. É também o melhor exercício para aumentar a interatividade entre o lado esquerdo do cérebro (razão, competição, lógica, linguagem verbal) e o lado direito (intuição, cooperação, imaginação, emoção, sensações). Tenha em mente que apenas 10% do que se , 20% do que se ouve, 30% do que se , 40% do que se e ouve e 90% do que se faz é lembrado.

A criatividade costuma melhorar fantasticamente quando começamos a lidar com experiências inusitadas. Saímos de velhos paradigmas e descobrimos novos mundos. Todas essas novas experiências atiçam o nosso desenvolvimento de forma holística, aprimorando o nosso saber, nossa cultura e, principalmente, a nossa alegria de viver. Para “aumentar a produtividade” nas férias, sugerimos quatro ações:

  • Conheça novos lugares
  • Aprenda novos esportes:
  • Faça coisas que nunca fez antes;
  • Busque formas de exercitar sua criatividade

Como se vê, não há nenhuma fórmula mágica, apenas a consciência e o esforço para mudar. Da mesma forma, não há regras em relação à cargos ou idade. Como disse Henry Ford: “Quem pára de aprender é velho, tanto aos 20 quanto aos 80 anos. Quem continua a aprender é jovem. A melhor coisa da vida é manter a mente jovem.”
*Dieter Kelber é pesquisador, consultor e diretor-executivo do Instituto Avançado de Desenvolvimento Intelectual (insadi). E-mail: dieter.kelber@insadi.org.br

Notícia do Dia - Estudo da IBM prevê como será a sociedade do futuro

A sociedade do futuro terá um saldo pessoal de carbono, um avatar com informações personalizadas no computador do médico da família e, além disso, os motoristas terão nos carros informações on-line sobre a situação das estradas.
Essas e outras previsões estão incluídas no relatório "Five in Five" (cinco em cinco), com cinco mandamentos da sociedade daqui a cinco anos, que a IBM acaba de lançar.
A relação reúne hipóteses baseadas em tendências sociais e de mercado e em tecnologias emergentes. Todas são bastante otimistas. Os tópicos abordados vão desde a relação ecologia-economia até alimentação.
O primeiro mandamento diz que, em cinco anos, será fácil ser ecológico e ainda economizar dinheiro com isso.
As pessoas terão um "saldo pessoal de carbono" facilmente administrado por tecnologias inteligentes de energia.
Haverá uma rede elétrica que oferecerá opções limpas de energia (solar ou eólica) para abastecer a casa de acordo com a necessidade.
Meia década será tempo suficiente para mudar o modo de dirigir, de acordo com as projeções da IBM.
A empresa prevê o aumento da segurança por meio da tecnologia, com sistemas inteligentes de tráfego, que também diminuirão os congestionamentos e a poluição causada pelos veículos. Esse tipo de tecnologia poderá ser encontrado nas cidades e nas estradas, com sensores ao longo das vias, que permitirão a comunicação entre os automóveis.
O telefone celular terá ainda mais funções. Será carteira, vendedor de ingressos, recepcionista, banco, companheiro de compras, entre outras utilidades.
A tecnologia invadirá também a cozinha da casa. Os alimentos serão rastreados e trarão todo o seu histórico -desde o clima e o solo em que foi cultivado, até a que pesticidas ou tipo de poluição foi exposto. Com o maior trânsito de alimentos, cultivados e produzidos em diferentes partes do mundo, a frase "você é o que você come" será levada mais a sério.
Em cinco anos, a saúde evoluirá bastante. A IBM prevê médicos com "supersentidos", que poderão ver, ouvir e entender o histórico dos pacientes de novas formas.
Entre as inovações tecnológicas imaginadas para o período está o avatar do paciente -representação 3D do corpo-, que poderá ser "investigado" com um mouse. Com ele, os médicos poderão ter registros médicos com um simples "clic".

Folha de S. Paulo 9/12/2007

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6.12.07

Brasil, país do futuro 1


"Durante muito tempo, me perguntaram se não era o caso de tirar o B da sigla. No início, achava a pergunta engraçada. Depois, comecei achá-la grosseira. Agora a questão soa apenas tola. O Brasil parece hoje o mais interessante entre os quatro países. Não é preciso que o país cresça à taxa anual de 10% para justificar seu posto. Bastaria manter uma taxa consistente de 3,5%. Mas estamos vendo algo além -- parece que o Brasil entrou em um período de crescimento sustentável de 5% ou mais. O impacto positivo da China sobre as commodities, o papel natural do país na produção de etanol e, mais importante ainda, os benefícios de uma inflação estável e baixa -- fato pouco considerado por grande parte das pessoas no Brasil -- são fatores que estão transformando a nação. As expectativas de inflação estão melhorando em todos os setores da sociedade brasileira e, com isso, seus benefícios se tornam mais abrangentes e as evidências econômicas disso devem ficar ainda maiores. A estimativa é que 5% pode ser a taxa natural de crescimento brasileiro por algum tempo." Jim O'Neill, economista do bando Goldman & Sachs que cunhou o termo BRIC

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4.12.07

Estatísticas globais

A edição comemorativa de 40 anos da Revista Exame traz uma série de reportagens sobre as principais mudanças que ocorreram no mundo durante o período. Há uma série de dados comparativos, dos quais destaco os principais:

PIB Mundial
1967 US$ 2 trilhões
2007 US$ 13,2 trilhões


Ativos financeiros
1980 US$ 12 trilhões (praticamente igual ao PIB)
2007 US$ 167 trilhões (3 vezes maior que o PIB)

As 14 cidades mais globais do mundo

1) Londres
2) NY
3) Hong Kong
4) Paris
5) Toquio
6) Cingapura
7) Toronto
8) Chicago
9) Madri
10) Frankfurt
11) Milão
12) Amsterdã
13) Bruxelas
14) São Paulo

A capital paulista é a única cidade da América Latina e do hemisfério sul do planeta presente na lsita.

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3.12.07

Tangibilizando o intangível

Na economia cada vez mais hipersimbólica em que vivemos, a discussão do momento é como reconhecer e valorizar o patrimônio representado por uma marca. A pioneira neste estudo foi a Interbrand, mas a cada dia surgem novos institutos com propostas e metodologias diferentes. Uma das mais recentes é a da DOM Strategy Partners que, em parceria com a revista B2B, criou o Prêmio (marcas) Intangíveis do Brasil. A metodologia da consultoria, que leva em conta o impacto dos ativos intangíveis nos diferentes stakeholders, depende de "qualificar a quantificação", analisando contatos, conexões e trocas de valor recíproco com cada um dos públicos. Dentro desses critérios, foram eleitas como os 10 maiores patrimônios intangíveis:

1) Petrobrás

2) Itaú

3) Companhia Vale do Rio Doce

4) Bradesco

5) Votorantim

6) Unilever

7) Brasken

8) ABN Amro

9) Telefonica

10) Banco do Brasil

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