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O Brasil pode enfrentar um apagão de talentos se continuar a crescer na casa dos 5% ao ano nos próximos três anos, prevê Alfredo Assumpção, CEO da Fesa, considerado pela revista Business Week como um dos headhunters mais influentes do planeta.
“Há um sério risco de apagão. O Brasil não se preparou para um crescimento tão grande”, justifica ele, que participou nesta quinta-feira (21/08) do comitê de Marketing da Amcham-São Paulo.
De acordo com Assumpção, que é autor, entre outras o
O headhunter considera que a taxa de expansão exponencial da Fesa, que fundou em 1995, é prova da crescente escassez nacional de capital humano. “No mundo todo, a indústria de executive searchcresceu nos últimos quatro anos 86%. Já a Fesa registrou 641% de aumento. Nosso trabalho no Brasil vai muito bem, em grande parte em função da falta de talento.”, ilustra.
Para Assumpção, a crise de mão-de-o
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A expansão do consumo nacional será puxada pelo envelhecimento da população brasileira, cuja maior parte está hoje na faixa etária abaixo dos 25 anos. Em 2030, será predominante a população entre 30 e 55 anos, que tem consumo de maior valor agregado, como imóveis, automóveis, seguros, entre outros.
Segundo Fernando Garcia, consultor da FGV Projetos, as estimativas da pesquisa levam em consideração também a expansão da força de trabalho a 0,95% ao ano, equivalente ao padrão mundial, porém superior ao dos países desenvolvidos, de 0,1% ano.
Além disso, as políticas sociais implementadas nos últimos anos, somadas à universalização da educação e ao crescimento econômico, resultarão em uma maior mobilidade social. Ou seja, um número maior de pessoas migrará para faixas de maior consumo.
De acordo com o estudo, o percentual de famílias com renda mensal de até R$ 2 mil (classes D e E) cairá dos atuais 79,8% para 59,4% em 2030. As que possuem renda entre R$ 2 mil e R$ 4 mil (classe C) serão 22,9%, contra 12,9% em 2007. Já as famílias com renda entre R$ 4 mil e R$ 16 mil (classes A e B) passarão de 6,9% para 16,1%. A renda per capita do brasileiro passará de US$ 5,1 mil por ano para US$ 10,3 mil por ano, segundo o estudo.
Com o mercado consumidor maior o Brasil irá se tornar ainda mais atrativo para os investimentos estrangeiros, segundo explicou o professor da FGV Fernando Garcia, um dos responsáveis pelo estudo. De acordo com suas projeções, o Produto Interno Bruto (PIB) nacional avançará em uma média anual de 4% até 2030, puxado por uma taxa de investimento média de 22,7%. Com isso, o PIB brasileiro crescerá 150% até 2030 e passará dos atuais US$ 963 bilhões, registrados em 2007, para US$ 2,4 trilhões, saltando da décima para a oitava posição entre as maiores economias mundiais. O PIB brasileiro cresceu 5,8% no primeiro trimestre deste ano e 5,4% em 2007.
A expectativa da FGV e da Ernst & Young é de que a China se tornará a segunda maior economia já em 2017. Já México e Índia ultrapassarão a Espanha e o Canadá nas próximas duas décadas, situando-se logo abaixo do Brasil, na nona e décima posições.
O estudo aponta ainda que o crescimento global nas próximas duas décadas está em grande medida condicionado ao desempenho dos Estados Unidos e dos países em desenvolvimento, sobretudo China, Índia e Brasil. Os Estados Unidos, mesmo com um crescimento do PIB menor, continuarão sendo a maior economia do mundo, com altas taxas de produtividade e de remuneração de capital.
Já a Ásia e a Oceania, alavancadas pelo desempenho econômico chinês, devem aumentar expressivamente sua importância mundial, com crescimento médio de renda de 4,8% ao ano, superior ao verificado na América do Sul (3,5%), nos Estados Unidos (2,7%) e na Europa (1,7%). Segundo a pesquisa, a América do Sul ganhará importância relativa em razão de seu crescimento econômico maior que o da média mundial, em especial o brasileiro, e da valorização de suas reservas energéticas (petróleo, gás, biodiesel e etanol).
O estudo "Brasil Sustentável - Crescimento Econômico e Potencial de Consumo" foi realizado com base no histórico de indicadores econômicos dos últimos 57 anos de cem países. O relatório é o segundo de uma série de cinco documentos sobre o comportamento nas próximas duas décadas de cinco setores estratégicos da economia do país: mercado imobiliário, varejo, energia, agroindústria e competitividade industrial.
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Crianças mais consumistas e pais dispostos a arcar com os custos estão gerando um crescimento acelerado do mercado de produtos e serviços especializados no público infantil. Conforme estudo da Faculdade de Economia e Administração (FEA) da Universidade de São Paulo (USP) de 2006, o mercado infantil cresce cerca de 14% ao ano, o do
A varejista de calçados Authentic Feet , que tem 19% de seu faturamento com produtos do segmento, está inaugurando a primeira loja da marca Magic Feet, exclusiva para o público infantil. Até o final do ano a rede deverá somar 10 unidades, do
O salão Splash Boom, de São Paulo, especializado no público infantil, oferece serviços que vão além do simples corte de cabelo. As meninas podem fazer hidratação nos cabelos (a partir de R$ 35) e até maquiagem com produtos hipoalergênicos. Para entreter os clientes e mantê-los quietinhos, é equipado com DVDs,
O setor de vestuário é uma das principais alavancas da expansão do segmento. No Grupo Hering, é a marca infantil que representa o maior valor agregado: a rede PUC registra um tíquete médio de R$ 126, contra R$ 82 nas lojas Hering. PUC e outras cinco marcas infantis exibem suas coleções duas vezes por ano nas passarelas do Fashion Weekend Kids, evento de moda inspirado no São Paulo Fashion Week.
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"Se você se preocupa se seus funcionários estão conseguindo entregar o trabalho, então você não contratou as pessoas certas"
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