31.1.08

OPORTUNIDADE - Google lança publicidade do YouTube no Brasil

Acessada por cerca de oito milhões de usuários únicos todos os meses, a versão brasileira do YouTube - consagrado site de vídeos adquirido pelo Google em outubro de 2006 - está pronta para se estabelecer como plataforma de publicidade para anunciantes interessados em estreitar o relacionamento com seus consumidores. "O YouTube é o nono site mais visto no Brasil e conta com um número de espectadores igual ao que hoje possuem os canais de televisão por assinatura. Levando em conta que os usuários passam, em média, 18 minutos conectados ao endereço, este é um ótimo espaço de comunicação para as marcas", diz Alexandre Hohagen, presidente do Google Brasil.

Anunciados oficialmente na manhã desta quarta-feira, 30, os formatos disponíveis no País vão desde a inserção de banners e vídeos na página oficial do site até a criação de um Brand Channel, uma espécie de hotsite das marcas onde é possível customizar a página e atualizar conteúdos relevantes aos internautas. "Por ser um site onde as pessoas se conectam em comunidades, o YouTube é praticamente um vício não apenas para os jovens, mas também para um público mais maduro que cresce cada vez mais dentro da rede", comentou Crid Yu, diretor de vendas para novas mídias para a região da Ásia Pacífico. Com preço inicial de R$ 50 mil, os anunciantes contratam todas as etapas de inserções com direcionamento de mídia - banners, link patrocinado, brand channel. "Não vendemos os produtos avulsos justamente para garantir o retorno possível e esperado", diz Kika Oncken, gerente de vendas do Google Brasil.

Segundo Matthew Liu, gerente de produtos do YouTube, o segredo para fazer uma campanha eficiente nas páginas do YouTube é escolher imagens visualmente agradáveis aos usuários, não deixar as peças parecerem muito comerciais, focar no contexto de entretenimento e interatividade, usar a plataforma como espaço de discussões democráticas e, acima de tudo, manter a autenticidade sem enganar os usuários. "No caso dos canais criados pelas marcas é necessário que haja uma atualização constante e união a outras mídias como a impressa para atrair os consumidores ao seu produto", afirma. "Também geramos relatórios e permitimos o controle total por parte dos anunciantes e agências para que consigam alterar algum ponto da estratégia caso algo não esteja dando o resultado esperado", completa Liu. Até o final do ano, os brasileiros também poderão contar com a ferramenta de concurso, onde usuários postam seus vídeos para avaliação de acordo com as propostas dos anunciantes.

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NOTÍCIA DO DIA - Brasil figura em ranking mundial de tecnologia de informação

Três companhias brasileiras fazem parte de um ranking mundial das cem melhores empresas provedoras de serviços de tecnologia de informação (IT, na sigla em inglês) e de outsourcing a ser publicado no mês que vem.

Duas delas - CPM Braxis e DBA Engenharia de sistemas - figuram no ranking desde 2006, e a outra - Politec - entrou na lista no ano passado, informou um porta-voz da revista Global Services, do grupo CyberMedia. A sondagem está em sua quarta edição.

O país com mais empresas na lista é os Estados Unidos: 43 no total. Já a Índia, com 29, é o país emergente que mais sedia empresas líderes nos setores de IT e outsourcing. Segundo a revista, as empresas indianas tiram entre dois terços e três quartos de seus proventos da economia americana.

China e Malásia aparecem com quatro empresas cada uma, e três empresas russas estão na lista. Para a CyberMedia, a presença de empresas deste ramo no Brasil, na Rússia, na China e na Malásia "é um pequeno lembrete de que estes países estão emergindo como destinos viáveis de outsourcing".

Estas companhias provêem diversos serviços, que incluem IT, finanças, contabilidade, infra-estrutura, recursos humanos e centros de contato. Quase metade delas provê serviços de outsourcing e IT, cerca de 30% provêem apenas IT e outros 21% provêm apenas outsourcing.

Argentina, Canadá, México, Filipinas, Cingapura e Reino Unido aparecem no ranking com duas empresas, e República Tcheca, França e Ucrânia aparecem com uma cada qual.

A pesquisa dividiu as empresas em categorias, e elegeu as líderes. Entre estas, destacam-se a provedora de softwares indiana Tata Consultancy Services (TCS) como a melhor companhia de serviços de IT, e a mexicana Softtek como destaque dos mercados do hemisfério sul.

Para mais notícias, visite o site da BBC Brasil

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29.1.08

NOTÍCIA DO DIA - CEO pensa em uma coisa e faz outra

Cerca de 81% dos empresários brasileiros consideram a sustentabilidade uma questão de muita relevância na gestão de suas empresas. Mas apenas 47% admitem que ela tem grande participação no cotidiano. A eficácia do trabalho em rede é destacada por 67% deles, mas efetivamente, essa prática tem forte impacto em apenas 48% das organizações.

Já 55% dos CEOs crêem que o ambiente de “turbulências” na economia veio para ficar, enquanto 64% admitem senti-lo de forma significativa no dia-a-dia de sua gestão. Esses são alguns dos resultados de uma pesquisa com 254 CEOs brasileiros realizada pela FNQ – Fundação Nacional da Qualidade em parceria com a Omni Marketing.

À disposição para download gratuito no site da instituição (veja abaixo), o estudo recém-lançado mostra ainda quais são os aspectos da gestão considerados mais importantes pelos empresários brasileiros, bem como que características devem apresentar os líderes que querem ter sucesso neste início de século.

Intitulado “Liderança em uma sociedade em transformação”, o trabalho destaca a liderança, a gestão de pessoas e a relação com os clientes e o mercado como os pontos mais fortes na condução dos negócios, todos com mais de 50% de indicação nas pesquisa. As relações com a sociedade, com os fornecedores e a gestão econômica foram os menos citados (por 13% dos entrevistados ou menos). Novamente, notou-se uma distância considerável entre o que os empresários pensam e como esses itens se encontram implementados no cotidiano da empresa.

Sobre o líder, apesar de alguns aspectos como motivar e alinhar pessoas, ser catalisador e ter visão de futuro terem sido considerados por praticamente todos os entrevistados, a análise da FNQ é que um bom líder é aquele que mostra equilíbrio entre todas as características e não aquele que se destaca por algumas em detrimento das demais.

Segundo texto da FNQ, "O novo líder sai da antiga imagem vertical do chefe autoritário e controlador para o líder focalizador, ajustando o foco das ações; um mentor, capaz de envolver as pessoas e disseminar valores; um catalisador, que faz as coisas acontecerem pela sua simples presença; e um símbolo, aquele que representa e evoca a organização, dentro e fora dela.

Apesar de agrupar uma série de características básicas indispensáveis, o líder do século 21 não tem um estereótipo definido. Dependendo da empresa, da área e da própria personalidade do profissional, umas ou outras características se sobrepõem às demais, sem prejuízo do conjunto.

Serviço:

Clique aqui e veja a pesquisa completa

A FNQ é um centro brasileiro de estudo, debate e irradiação de conhecimento sobre excelência em gestão. Criada em 1991, a FNQ é uma instituição sem fins lucrativos cujo objetivo é disseminar amplamente os Fundamentos da Excelência em Gestão para organizações de todos os setores e portes, contribuindo para o aperfeiçoamento da gestão, para o aumento da competitividade das organizações e, conseqüentemente, para a melhoria da qualidade de vida do povo brasileiro. A instituição é responsável pela organização, promoção e avaliação do Prêmio Nacional da Qualidade® (PNQ), que reconhece anualmente as melhores práticas de excelência em gestão do país.

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NOTÍCIA DO DIA - Forma de fazer eventos ainda divide o mercado

A forma de fazer eventos corporativos ainda divide o mercado. Algumas empresas preferem organizar tudo por conta própria e outras passam o encargo para um fornecedor. Atualmente, 56% das corporações preferem o segundo caminho, segundo pesquisa encomendada pelo capítulo brasileiro da MPI (Meeting Professionals International), que será divulgada em março, em seminário em São Paulo. Há oito anos, a maior parte das empresas gerenciava tudo (ver quadro ao lado). Hoje, os que escolhem contratar diretamente todos os fornecedores são 44%. O custo costuma ser a principal justificativa das empresas para gerenciar por conta própria todo o evento.

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28.1.08

NOTÍCIA DO DIA - Crescimento de celulares em 2007

O número de celulares cresceu 21,07%, em 2007, fechando o ano em 120,98 milhões de aparelhos, de acordo com dados divulgados pela Anatel (Agência Nacional de Telecomunicações). Ao todo, foram vendidos mais de 21 milhões de aparelhos no ano passado – recorde para o setor. A previsão da agência era fechar 2007 em 118, 9 milhões de celulares, o que representaria um crescimento de cerca de 18%. A previsão para este ano é de crescimento de 10% e 12%.

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NOTÍCIA DO DIA - Wal-Mart revela visão para a próxima década

Em uma reunião com gerentes de loja nos Estados Unidos nesta semana, o CEO do Wal-Mart, Lee Scott, disse que a empresa quer, nos próximos anos, abraçar avanços como registros eletrônicos de saúde e veículos com menor consumo de energia para reduzir seus custos, manter baixos os preços dos produtos e atacar problemas que Washington parece ser incapaz de resolver. O executivo disse que o Wal-Mart irá usar sua força no mercado para promover avanços nos serviços de saúde, no consumo de recursos energéticos e no fornecimento global de produtos. Entre as medidas que já estão sendo adotadas encontram-se parcerias com fornecedores para desenvolver produtos que consumam menos energia elétrica e a ampliação dos serviços médicos.

Mercado & Consumo

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NOTÍCIA DO DIA - Carrefour confirma liderança do varejo brasileiro

O grupo Carrefour revelou que no ano passado suas vendas brutas totalizaram 6,675 bilhões de euros no País, um aumento de 44,6% em relação a 2006. O resultado foi fortemente impactado pela aquisição da rede Atacadão, em maio, que incrementa o faturamento da empresa em cerca de R$ 5 bilhões anuais. Convertido pelo câmbio médio do ano passado (R$ 2,6647 por euro), o Carrefour fechou 2007 com vendas de R$ 17,78 bilhões, ligeiramente acima dos R$ 17,642 bilhões do Pão de Açúcar. Dessa forma, o Carrefour retoma a liderança do varejo brasileiro, posição que havia perdido há quase dez anos.

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NOTÍCIA DO DIA - Farmácias: consumidor prefere grandes redes e faz compras em casa

Mais de 309 milhões de atendimentos a clientes foram realizados no ano passado, com 827 milhões de produtos comercializados em 22 Estados e 250 cidades. Nessas regiões, estão instaladas as redes associadas à Abrafarma (Associação Brasileira das Redes de Farmácias e Drogarias), que totalizam 23 empresas.

Essas redes contam, no total, com 1.914 lojas, que representam 3,48% das farmácias em operação no País. No entanto, o número de produtos vendidos corresponde a 34,47% dos medicamentos dispensados no Brasil. Os dados evidenciam a preferência do consumidor pelas grandes redes.

Rentabilidade do setor
As empresas associadas à Abrafarma faturaram R$ 7,72 bilhões em 2007, ou seja, 13,8% a mais do que em 2006. Os medicamentos representaram R$ 5,78 bilhões dessa soma, o que equivale a 74,79% do faturamento no ano. A venda de outros produtos que não medicamentos também cresceram: foi 13,39% a mais, na mesma base de comparação, representando 25,21% do total de vendas nas redes de drogarias.

Tendências
Observa-se uma tendência de queda de lojas que funcionam 24 horas. Das 1.914 lojas em operação, apenas 334 estão funcionando de madrugada, número menor do que o registrado em dezembro de 2006, em que 356 unidades ficavam abertas 24 horas. De acordo com a Abrafarma, esse pode ser um reflexo da violência urbana.

Outra tendência é a entrega em domicílio. Os consumidores estão deixando de ir às lojas físicas para solicitar medicamentos em casa. No ano da pesquisa, foram 9,2 milhões de atendimentos realizados na casa do cliente, chegando a R$ 379 milhões em vendas. Os motivos podem ser a violência urbana e a comodidade.

A performance do Programa Farmácia Popular também chamou a atenção. Por meio de convênio do Ministério da Saúde com redes privadas, quase 4 milhões de atendimentos foram realizados. Além disso, 8,7 milhões de medicamentos foram dispensados em um período de somente nove meses.

InfoMoney


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24.1.08

NOTÍCIA DO DIA - Crise americana impulsionará procura por profissionais com perfil operacional

SÃO PAULO - Com a crise da concessão de crédito trazendo aos mercados globais o forte temor de que os EUA possam passar por um período de recessão, cresce a importância dos profissionais de alto nível que possuem um perfil mais operacional, bem diferente do que foi requisitado no ano passado.

De acordo com o sócio da A2Z Consultores, Felipe Assumpção, os momentos de turbulência necessitam de pessoas aptas a demonstrarem a aplicabilidade e o resultado prático de sua atuação no curto prazo. "Ou seja, aqueles com aptidão para tornar as empresas mais ágeis, com capacidade para reduzir custos e despesas em curto espaço de tempo e preparados para gerir o dia-a-dia".

História comprova
Assumpção afirmou que a mesma tendência foi notada durante o estouro da bolha da internet nos EUA e a crise energética no Brasil. "A história mostra que períodos de crise tendem a valorizar o executivo mais operacional ". Para ele, o ano passado, marcado por aberturas do mercado de capital, fusões e aquisições, foi o do profissional estratégico.

Para se ter uma idéia, a Bovespa (Bolsa de Valores de São Paulo) movimentou, pela primeira vez na história, mais de R$ 1 trilhão no ano de 2007. Para explicar tal evolução, vale ressaltar a popularização do mercado de ações ao longo do ano, com um expressivo avanço da procura dos investidores individuais, principalmente de classe média, além do forte fluxo de investimentos estrangeiros.

O consultor acredita que as companhias começaram o ano de 2008 adiando projetos estratégicos, que envolvem os grandes investimentos, por temor de um possível "efeito dominó" na economia mundial. "Mas, ao contrário do que se imagina de imediato, crises como esta não paralisam as trocas de comandos. O que elas provocam é exatamente esta mudança significativa do perfil dos candidatos mais desejados".

Operacional ou estratégico?
O ideal para as empresas é que o profissional consiga desempenhar suas funções de forma eficiente, tanto no estratégico quanto no operacional. Isso significa não só participar de decisões da empresa, executar novos projetos e ter um perfil inovador, mas também arregaçar as mangas e realizar as tarefas do dia-a-dia sempre que necessário.

Caso sua participação seja mais solicitada no estratégico, contenha-se, para não se achar mais importante do que realmente é. Saiba que você só poderá discutir novas idéias e participar de reuniões porque existem pessoas capacitadas em sua equipe realizando as tarefas diárias. Portanto, saiba valorizá-los e apoiá-los sempre que necessário.

Por outro lado, se sua tarefa hoje está mais voltada ao operacional, isso de maneira alguma significa que você não pode dar idéias, sugestões ou participar mais de perto de outras áreas da empresa. Lembre-se de que sempre há chance de desenvolver novas atividades, desde que você mostre interesse e desenvolva a visão do todo, ou seja, consiga visualizar outras atividades realizadas ao seu redor.

Infomoney

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OPORTUNIDADE - Celular será a mídia do futuro

A Anatel (Agência Nacional de Telecomunicações) revelou no início de janeiro que o número de celulares habilitados no Brasil cresceu 21,08% em 2007. Foi o ano de maior sucesso da telefonia móvel no Brasil desde 1990, quando o serviço foi instalado. O País ultrapassou a marca dos 120 milhões de celulares habilitados. Os números mostram um mercado em franca expansão. Mas, apesar do seu alcance, o uso do celular como mídia ainda é incipiente no Brasil. Só que este cenário deve mudar nos próximos anos. Profissionais do mercado acreditam que esta será a grande mídia do futuro. “O celular é uma mídia nova, que tem muito para evoluir”, acredita Ricardo Cavallini, diretor de mídia da F/Nazca S&S. As operadoras ainda têm receio. O setor necessita amadurecer. “Estamos no começo dessa transição, mas é inegável que será um dos meios mais importantes se não for o mais”, avalia. Ele destaca que é necessário trabalhar a funcionalidade dos aparelhos, mas, mesmo assim, ressalta a amplitude do uso do celular como mídia. “Ele tem muitas frentes, desde a mais básica, com o vídeo publicitário, até o seu uso para ver vídeos que vai ser facilitado com a terceira geração e a TV digital. Só que levará um tempo para acontecer, os aparelhos ainda não estão aptos para isso”.

Ele acredita ainda que a TV Digital terá alta penetração no celular, o que mudará o perfil da audiência, quando, por exemplo, chegar na classe C, “com as pessoas assistindo à TV em seus celulares no ônibus, indo para o trabalho”. A internet no celular também evoluirá. “Todo o poder que o consumidor tem na internet, em casa, passará a ter na rua. Mais poderoso que levar as pessoas para a internet será levar a internet para as ruas com o celular”. Cavallini também destaca o uso do celular como interface no ponto-de-venda. “Já temos hoje muitas ações com bluetooth, mas ele permitirá que o consumidor fale com o ponto-de-venda, pague com o celular”.

Mudanças

A Oi já tem um sistema que permite o uso do celular como cartão de crédito. Cavallini diz que já existem outras iniciativas nesse sentido sendo desenvolvidas. Ele acha que 2008 ainda não será o ano do celular. “Mas acredito que muita coisa se consolidará para que vejamos mudanças em 2009, um ano que poderá ser muito bom para trabalharmos o mobile marketing como um todo”.

Para Alexandre Santos, sócio-diretor de tecnologia e projetos da Hello, Interactiv, vem aumentando o interesse dos anunciantes sobre a utilização dele como um canal de mídia. “Um dos principais argumentos das empresas dedicadas ao mercado mobile é que o celular é a única mídia que passa 24 horas com o usuário. Não deixa de ser verdade”. Para ele, a rápida evolução dos celulares faz com que se tornem um dispositivo de convergência, permitindo ao usuário acessar e-mails, vídeos, música e navegar na internet através de browsers html de onde quiser. No Brasil, ele destaca o uso do celular como mídia através do SMS para a participação e recebimento de conteúdo de promoções, sites WAP para promover produtos ou disponibilizar conteúdo e o bluetooth para distribuição de conteúdo. “Os celulares também já são utilizados como meios de pagamento. É possível comprar ingressos pelo celular ou internet e receber no celular: quando se chega ao cinema, basta mostrar o celular ao atendente, que passa a leitora ótica sobre o visor para registrar o bilhete. Já estão em andamento testes para a compra de refrigerantes em Minas Gerais, assim como para o pagamento de táxi em São Paulo, como já é, por exemplo, em Nova York”. Ele também lembra que já existem empresas que estão testando o celular como mídia de oportunidade, baseado na localização do usuário. “Imagine: o usuário está passando em frente a um shopping, quando recebe uma mensagem SMS dizendo que, se ele for em determinada loja naquele exato local, terá 10% de desconto ao fazer suas compras”.

Mas, para ele, o celular se tornará um canal indispensável de mídia à medida que a base de aparelhos com recursos mais avançados cresça. Ele acha que com isso o celular se firmará mais e mais como um canal de mídia convergente. “Fazendo com que ele se torne um canal cada vez mais importante dentro do mix da comunicação”, conclui.

Fonte: Teresa Levin – portal Jornal Propaganda e Marketing

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22.1.08

OPORTUNIDADE - E-LEARNING

Há alguns posts atrás, destaquei entre as grandes tendências do mundo corporativo em 2008 o e-learning. Muitos especialistas apontam que esta ferramente irá se tornar a principal fonte de conhecimento nas empresas pela sua praticidade e baixo custo.

A edição da revista Pequenas Empresas, Grandes Negócios de janeiro já confirma esta tendência. De acordo levantamento feito pela publicação, as empresas do segmento cresceram 100% acima do PIB brasileiro em 2007.

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ARTIGO - Mídia digital à prova de recessão

Parece não haver dúvidas de que a economia norte-americana viverá uma recessão neste ano de 2008. Embora os analistas acreditem que não será algo catastrófico, a queda do nível de atividade da economia dos Estados Unidos certamente afetará os orçamentos de mídia naquele mercado – com conseqüências, claro, para o resto do mundo.

Muitas pesquisas divulgadas nestes primeiros dias do ano expressam pessimismo com relação aos investimentos em mídia. Os principais bancos de investimentos de Wall Street, como Goldman Sachs e Sanford Bernstein, expressam preocupações sobre os desempenhos de redes de televisão, estação de rádio e jornais – mas poupam os meios digitais das previsões pessimistas.

Os bancos apontam uma queda de faturamento que pode chegar a 20% para empresas do porte da CBS. Outros gigantes como a Disney também não devem ter um ano dos mais promissores.

No entanto, todas as previsões apontam crescimento nos segmentos de mídia digital em geral, seja internet, mobile marketing ou games. Se isto acontecerá no mercado americano, as probabilidades de que algo parecido também ocorra aqui no Brasil são bem factíveis.

JumpExec analisa aqui o porquê das mídias digitais parecerem imunes à recessão:

Segmentação.
Num momento onde os investimentos em mídia tendem a se retrair, a busca por retorno garantido e eficácia fica ainda mais decisiva. Ora, um dos principais pilares do marketing digital é exatamente a premissa da segmentação – campanhas que atingem o prospect correto, na hora certa, e no lugar certo. Ou seja, o investimento mais oportuno para momentos de “pouco dinheiro em caixa”.

Riscos reduzidos.
Maior eficácia significa menos custos, e, portanto, menos risco. Afinal, para quê investir uma quantia num meio que não oferece um retorno tão garantido e controlado, num momento de retração de investimentos?

Viralidade e convergência.
Um banner, um vídeo no YouTube, um e-mail marketing podem ser repassados ou indicados para outras pessoas além daquelas às quais a campanha é direcionada, gerando um alcance maior e aumentando assim o retorno do investimento. Claro que não se pode contar com um aumento imediato de vendas apostando apenas nisso, mas num tempo de vacas magras, com budgets restritos, por quê não ser otimista?
Parece, então, que a mídia digital é o melhor dos mundos. Você investe o pouco que tem e obtém um retorno positivo que jamais esperaria. Mas, um momento: você precisa pensar na estratégia digital, senão você perderá dinheiro mesmo fazendo marketing digital. Então, vale a pena prestar atenção nessas dicas:

Definir claramente o papel da mídia online em seus objetivos de marketing.
Você precisa otimizar seu orçamento – então, seja claro: o que você quer que as campanhas de banners, o marketing viral ou mesmo o mobile marketing façam por você? Estude bem cada possibilidade e ajuste seus investimentos. Aumento de cadastro, promoções específicas para um produto? Cada necessidade implica numa ação de marketing mais adequada.

Pesquisar quais veículos são os mais adequados.
Depois da definição de objetivos, escolha os veículos. Os budgets online precisam ser construídos a partir de um objetivo principal. Desenvolva critérios de avaliação que lhe ajudarão a determinar a quantidade de ações necessárias para atingir uma escala desejável. Balanceie os investimentos em cada veículo, analise se é mais negócio anunciar em mais de um portal ou investir somente em links patrocinados, por exemplo. E, claro, fique atento às métricas de cada ação: elas certamente lhe mostrarão, preto no branco, o que está funcionando e também podem mostrar o caminho para prováveis correções de rota a tempo de evitar perdas– o que é essencial nos tempos atuais.

Pesquise o mercado.
Custo e eficiência são os dois fatores mais importantes para se definir a parte online de um orçamento de mídia. Pesquise o mercado no qual você está propenso a investir em mídia online, obtenha relatórios dos institutos de pesquisa para saber os números de conversão de vendas online dentro do público a ser atingido e os compare com os números de conversão de outras mídias. Desta forma, você terá condições de elaborar um orçamento equilibrado.

Fique atento às novidades.
Apesar do conservadorismo que é necessário adotar em momentos onde os orçamentos não são tão exuberantes, saiba que a mídia digital é veloz, volátil e mutante, não importa se há recessão ou não. Acompanhe o que seus concorrentes estão fazendo, verifique o desempenho destas campanhas, faça benchmarking. Assim, você se habilita a conseguir resultados ainda mais expressivos nos momentos em que a economia anda mais depressa.



Fonte: Maristela Alves
JumpExec News
21/01/2008

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21.1.08

NOTÍCIA DO DIA - Empresa brasileira é eleita pioneira em estratégias de sustentabilidade

No relatório "Movedores de mercado: lições de uma fronteira de inovação", a IFC (International Finance Corporation), membro do Banco Mundial, e a SustainAbility, classificaram a Amanco como uma das quatro empresas no mercado que são pioneiras em estratégias de negócios sustentáveis.

As outras empresas eleitas foram: Deqingyuan, de um empresário chinês que fornece ovos de alta qualidade em Beijing; MAS Holdings, um fabricante de vestuário do Sri Lanka, que aumentou a retenção de suas funcionárias (que são a maioria) oferecendo benefícios, inclusive cursos de treinamento em tecnologia da informação; e a Jubilant Organosys, indústria indiana de produtos químicos que conseguiu tranqüilizar e atrair investidores com seu alto registro ambiental, de saúde e segurança.

Estratégias admiradas
A Amanco, subsidiária brasileira do Grupo Amanco, fabricante de tubos e conexões hidráulicas, buscou a melhor forma de conseguir preços mais altos, diferenciando-se por meio das ações de sustentabilidade. Criou tubos à prova d'água que não agrediam o meio ambiente e desenvolveu uma forma de atender clientes de baixa renda.

As companhias provenientes de mercados emergentes estão fazendo sua presença ser cada vez mais sentida na comunidade dos negócios globais. No entanto, apenas algumas são conhecidas por seu gerenciamento ambiental e social.

De acordo com o relatório, as empresas desses países, mais ainda do que as de países desenvolvidos, podem liderar o caminho de inovações sustentáveis, que atuam como fortes diferenciadoras de mercado.

Sustentabilidade nos emergentes
"Sustentabilidade é 'nascida em casa' para essas empresas. Ao contrário de muitas empresas do hemisfério norte, elas não desenvolveram seus modelos de negócios sustentáveis como uma reação para rebater críticas, mas para proteger o valor existente. A sustentabilidade originou-se em um local diferente", disse Richard Caines, que liderou o trabalho para a IFC.

"Enquanto algumas empresas que entrevistamos falaram explicitamente sobre estratégias de sustentabilidade, outras descreveram suas abordagens como senso comercial sólido - uma resposta estratégica a tendências que observaram a seu redor", afirmou a chefe da prática de Economias Emergentes da SustainAbility, Jodie Thorpe.

Infomoney

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20.1.08

FRASE DA SEMANA

"As pessoas que sabem 'como' sempre terão um emprego. As pessoas que sabem 'porque' serão sempre seus chefes."

Diane Ravitch

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17.1.08

OPORTUNIDADE - AS 10 TECNOLOGIAS QUE VÃO BOMBAR EM 2008

A seguir, a lista das tecnologias que vão emplacar em 2008, de acordo com a Computerworld.

1) Internet Móvel

2) Notebooks educacionais

3) TV Digital

4) Modelo de software como serviço

5) Fabricantes de hardware no varejo

6) TI Verde

7) Redes Sociais

8) Mídias Locativas (celular, RFID)

9) Busca Semântica

10) Computação Tátil (multi-touch)

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NOTÍCIA DO DIA - Setor de materiais de construção avança 8,5% no ano

Números divulgados pela Associação Nacional dos Comerciantes de Material de Construção (Anamaco) mostram que as vendas do setor fecharam o ano de 2007 com expansão de 8,5% em relação ao exercício anterior. A entidade representa as 138 mil lojas de material de construção existentes no País. O desempenho de dezembro foi 5,5% superior na comparação anual. No acumulado de 2007, os materiais básicos tiveram crescimento de 12,5% nas vendas, enquanto materiais elétricos e hidráulicos cresceram, respectivamente, 9% e 7,6%. Os materiais de acabamentos tiveram desempenho 11,5%, mas o destaque ficou para pisos e tintas, que cresceram 13,7% no acumulado do ano. A Anamaco acredita que em 2008 as vendas do setor crescerão entre 8,5% e 10%. (Mercado & Consumo)

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15.1.08

OPORTUNIDADE - TENDÊNCIAS DO MANAGEMENT EM 2008

O grupo HSM consultou seus principais palestrantes internacionais sobre as principais tendências do management para 2008. Veja o que eles apontaram.

RH: Gerir e reconhecer a habilidade individual para integrá-la à força de trabalho. Esforço e talento dos empregados continuam a ser cada vez mais valorizados. Outra tendência na área é entender e explorar o talento da geração Y. Planos de carreira e retenação passam a ser cada vez mais importantes.

Gestão do Conhecimento: A inovação e inteligência devem ganhar espaço para serem desenvolvidas. Gerência e direção precisam de espaço para que as equipes desenvolvam suas propostas.

Marketing e Vendas: ascensão do raciocínio feminino, o ponto de vista das mulheres, vai influenciar cada vez mais o mercado de consumo, principalmente o varejo.

Mulher na Empresa: As mulheres vão desempenhar papel cada vez mais importantes, o que deve se intensificar este ano.

Tecnologia nas empresas: software como serviço, mobilidade, e-learning como principal ferramenta de aprendizagem em uma organização.

Papel dos líderes e presidentes: será menos conservador e tenderá ao coaching, no sentido de desenvolver as equipes de trabalho. Terão também o papel de integrar os talentos de forma harmônica. Por sua vez, os líderes devem se familiarizar com as ferramentas tecnológicas de comunicação.

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NOTÍCIA DO DIA - Produção de celulares no país deve crescer 18% em 2008

Associação Brasileira da Indústria Elétrica e Eletrônica (Abinee) estima que a produção de telefone celular no País deve atingir 78 milhões de unidades em 2008, o que representaria um crescimento de 18% em relação a 2007.Do total a ser produzido, 48 milhões seriam destinados para o mercado interno (+7% em relação ao ano passado). As exportações devem mostrar recuperação neste ano. De acordo com a entidade, 30 milhões de unidades serão destinadas ao mercado externo, correspondendo a um incremento de 43% ante 2007. (Agência Estado)

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NOTÍCIA DO DIA - Criadora do Notebook de US$ 100 vai abrir empresa

A cientista que desenvolveu um notebook para crianças pobres atualmente produzido e vendido por uma entidade sem fins lucrativos abriu uma empresa para vender a tecnologia do produto com o objetivo de produzir um laptop ao custo de 75 dólares.

Mary Lou Jepsen, que deixou o cargo de vice-presidente de tecnologia da One Laptop per Child Foundation no final do ano passado, disse ao site da instituição que fundou a empresa, chamada de Pixel Qi, e a descreveu como um "braço" do grupo sem fins lucrativos.

Jepsen inventou a tela de baixo custo de baixo consumo de energia enquanto esteve na fundação entre 2005 e 2007. Ela também participou da criação do sistema de gerenciamento de energia do laptop.

A Pixel Qi vai comercializar a tecnologia da tela do notebook, oferecendo-a a fabricantes de laptops, câmeras digitais, celulares e outros dispositivos móveis, disse Jepsen.

A tela de alta resolução inventada por ela permite aos usuários mudarem de colorido para branco e preto conforme a incidência do sol na tela.

A empresa vai trabalhar com proximidade com a fundação, fornecendo os produtos que desenvolver para o grupo sem fins lucrativos a preço de custo, segundo o site da Pixel Qi.

Antes de trabalhar na fundação, Jepsen era vice-presidente de tecnologia da divisão de telas da Intel.

Fonte: Reuters
14/01/2008

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14.1.08

NOTÍCIA DO DIA - Quais serão os desafios para o Recursos Humanos em 2008?

InfoMoney

O Brasil se encontra em um momento econômico interessante, em termos de oportunidades às empresas, acompanhando uma tendência mundial de competitividade acirrada crescente por uma fatia do mercado. A opinião é do sócio-diretor da HG Recursos Humanos, Evando Freitas de Sousa.

Por esse motivo, ele prevê que as empresas irão, literalmente, viver uma espécie de guerra de talentos. "A busca pelos melhores profissionais deve acontecer não somente para os cargos estratégicos, mas para os operacionais também", adverte.

Como é o profissional disputado
Os aspectos comportamentais desses profissionais talentosos são tão importantes quanto seus currículos. "Os gestores de pessoas têm uma necessidade cada vez mais intensa de encontrar a pessoa certa para o lugar certo. E ela precisa ter atitude, visão, proatividade, foco em resultado, capacidade de se colocar no lugar do cliente, ser compromissada e saber trabalhar em equipe."

Outros desafios para o Recursos Humanos são capacitar os colaboradores da empresa e dar condições para que eles obtenham o melhor rendimento. Tudo isso é fundamental, se a companhia deseja vencer a concorrência. "Com boas políticas internas, é possível reter os talentos", analisa Sousa.

Para isso, ele diz que o funcionário deve se enxergar no futuro da organização. "Dê as pessoas perspectivas, por meio de um plano de carreira", recomenda. O ambiente também deve ser motivo de cuidados.

"Todos devem se sentir bem no dia-a-dia e isso depende muito de como a liderança se comporta. A pressão é necessária, mas a forma como ela é feita faz a diferença. Um ambiente de trabalho ruim leva as pessoas a procurar outro emprego."

Empresa de pequeno porte
Para as micro e pequenas empresas, manter seus melhores funcionários é um desafio ainda mais difícil de ser vencido, em comparação com as grandes instituições. "Quando uma companhia tem 30 funcionários, cada um deles é peça fundamental do quebra-cabeça."

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OPORTUNIDADE - QUANDO A PUBLICIDADE FUNCIONA, MAS O SITE NÃO

Por: Rogério Coelho


As pesquisas de mercado apontam para um aumento significativo no investimento em publicidade, um movimento impulsionado pelo bom momento do país, o amadurecimento do mercado e as novas tecnologias que surgem pra viabilizar tudo isso.

Mas existe um problema ainda desconhecido de muitos anunciantes, o desempenho da landing page.

Gasta-se muito tempo na produção das peças e na estratégia publicitária, o que é muito importante, claro. Mas o site fica em segundo plano neste ponto e daí surge o questionamento sobre baixas taxas de connect rate do site em relação a uma campanha de sucesso.

O que muitas vezes o anunciante não consegue perceber é que o problema pode estar na sua landing page - seja na navegação, desempenho ou acessibilidade. O usuário clica, chega ao site, mas não consegue chegar ao objetivo desejado e muitas vezes se questiona se a publicidade funcionou. Sim, ela funcionou, o problema está em outro lugar.

Produzir um site especial para uma ação publicitária depende de planejamento - não só na comunicação visual, mas também na parte técnica, caso contrário o visual fica comprometido.

Páginas pesadas demais

Já encontrei sites em que ao acessar a página o uso do processador chegava a 60% - uma taxa altíssima, comparável ao uso de softwares de grande porte. Mas espere aí, você está visualizando um site! É comum focar na parte visual (em animações, cores, sons) e nem se avaliar o impacto disso em máquinas mais modestas e conexões mais lentas.

Em outras situações, sites chegavam a ter mais de 1.8MB, onde pelo menos 900Kb eram apenas de um arquivo mp3 de som de fundo. Imagine só um arquivo com som de fundo ser metade do seu site sem ser o principal mecanismo de comunicação com o usuário. Isso é um grande download, principalmente para usuários de conexão discada. Em máquinas mais modestas, um site assim demora cerca de 65s para carregar. Este é um exemplo de como perder seu usuário.

Um grande percentual da perda de usuários ocorre com a demora de carregamento do site. Um processamento alto prejudica a renderização da página, assim como uma grande quantidade de elementos para serem carregados para um usuário com conexão limitada.

Não necessariamente um usuário de banda larga consegue navegar rápido no seu site. Ele pode estar baixando uma música, carregando outros sites ou, como é muito comum hoje, ter sua conexão compartilhada. Logo, o desempenho pode não ser aquele que você imagina.

Se você tem um objetivo de conversão, faça seu site ser direto. Conquiste a atenção do usuário, mas principalmente sua conversão.

Embora o Flash seja um aliado em comunicação multimídia, se você não seguir algumas dicas simples, ele pode se tornar o vilão do seu site.

Não abuse de animações. Embora sejam atrativas, consomem muito processamento e podem confundir a navegação do usuário, tirando o foco de outras áreas importantes.

Muito código significa mais uso de banda, mais tempo para carregar um conteúdo, maior custo para manter seu hosting. Você pode agilizar o carregamento, hospedando imagens e arquivos mais pesados em um servidor com cache.

Assim, carregue os elementos ou áreas do seu site sob demanda, o que minimiza consideravelmente o tempo de download e maximiza a experiência do usuário com o site.

Faça testes

Muitas empresas definem a navegação em seus sites sem realizar testes e só vão resolver os problemas em um redesenho que pode demorar a acontecer. Também esquecem de incluir um sistema de busca - o usuário está muito acostumado a buscar o conteúdo; ele não fica mais procurando aquele link ou navegando desesperadamente. Ele busca: é mais fácil, é mais rápido, leva ele para onde ele deseja.

Não deixe de incluir nos seus projetos os testes de desempenho e impacto de carregamento em diferentes configurações de máquinas e conexões. Assim você minimiza o problema de perda de usuários e conhece eventuais limites técnicos. Pode, por exemplo, trabalhar em diferentes versões do site de acordo com o perfil do usuário.

Use web analytics para avaliar a navegação dos usuários e identificar o ponto exato de perda deles - assim você economiza muito tempo e saberá exatamente onde precisa resolver algum problema.

Não tenha receio de modificar o site. A web evolui, os usuários estão mais exigentes, você precisa estar antenado a tudo isso. Quanto mais você entender seu usuário e cuidar da qualidade de código e desempenho do seu site, mais retorno terá. [Webinsider]

Rogério Coelho (rogerio@predicta.com.br)

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11.1.08

FRASE DA SEMANA

"Tudo será conectado, será automático. Os usuários não precisarão mais criar pontos entre os aparelhos e lembrar o que está onde."

Bill Gates, sobre a segunda década digital, que terá foco na mobilidade

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10.1.08

Pesquisa realizada pelo Instituto Brasileiro de Relações com Investidores (IBRI) e revista Exame com 34 empresas que entraram na bolsa de valores nos últimos quatro anos revelou as principais mudanças pelas quais estão passando. Entre as principais revelações estão:

- 85% abriu seu capital com o objetivo de levantar recursos para expandir suas atividades no Brasil e no exterior; enquanto 12% para resolver questões sucessórias;

- 50% considera que maior dificuldade causada pelo IPO é em relação às informações estratégicas que se tornam públicas;

- 47% dos executivos consideram que a principal mudança de rotina dos altos executivos depois do lançamento das ações é o de dedicar muito tempo aos investidores;

- 84% dos entrevistados disseram que aumentou a pressão sobre a diretoria

- 44% das empresas afirmaram que os antigos donos passaram a ter menos influência sobre os negócios;

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NOTÍCIA DO DIA - Brasileiro nunca pagou tantos tributos

Nunca antes na história deste país -para usar o bordão preferido do presidente Lula- os brasileiros pagaram tanto em tributos como em 2007.
Mais uma vez a carga tributária baterá novo recorde, superando 36% do PIB (Produto Interno Bruto). De cada R$ 100 em riquezas que o país gerou neste ano, R$ 36 foram para os cofres dos governos federal, estaduais e municipais.
O governo diz que a carga fiscal aumentou porque a economia cresceu, o que é verdade (leia texto nesta página). Exatamente devido a esse crescimento, se esperava redução mais acentuada da carga tributária em 2007 -além da correção de 4,5% na tabela do Imposto de Renda das pessoas físicas, o governo concedeu desonerações tributárias pontuais a vários setores. As bondades pouco efeito tiveram sobre o conjunto da arrecadação.
Segundo estimativa do IBPT (Instituto Brasileiro de Planejamento Tributário), a carga tributária em 2007 crescerá para 36,02% do PIB -mais 0,81 ponto percentual em relação aos 35,21% de 2006. Os contribuintes brasileiros deixaram mais de R$ 928 bilhões nos cofres dos fiscos dos três níveis de governo -R$ 2,54 bilhões/dia.
Essa voracidade fiscal fez com que os brasileiros tivessem de trabalhar 146 dias -até 26 de maio- apenas para cumprir suas obrigações tributárias com os três níveis de governo, segundo estudo do IBPT -é o mesmo que entregar aos governos R$ 40 de cada R$ 100 recebidos. Como comparação, esse tempo é o dobro do que se trabalhava na década de 70 para o pagamento de tributos.
Segundo o IBPT, apenas os suecos (185 dias) e os franceses (149 dias) trabalham mais que os brasileiros para cumprir tais compromissos. Os norte-americanos dedicam 102 dias de trabalho ao fisco; os argentinos, 97 dias; e os chilenos, 92 dias.
Se o cálculo tomar por base os contribuintes da classe média -renda mensal entre R$ 3.000 e R$ 10 mil-, o número de dias trabalhados sobe para 156, ou seja, até 5 de junho. Nesse caso, a carga fiscal sobre a renda bruta sobe para 42,7%.
Para Gilberto Luiz do Amaral, presidente do IBPT, embora não tenha havido aumento de alíquotas neste ano, a carga tributária cresceu mais uma vez (em proporção do PIB) devido ao "efeito residual de aumentos no passado recente".
A lista desses aumentos é grande. Entre eles, estão a criação do PIS e da Cofins sobre as importações, a partir de maio de 2004; o aumento de 3% para 4% da Cofins das instituições financeiras, a partir de agosto de 2003; o aumento da base de cálculo da CSLL, de 12% para 32% (mais 166,7%) das empresas prestadoras de serviços tributadas pelo lucro presumido, a partir de agosto de 2003; a alíquota de 27,5% do IR da pessoa física tornou-se permanente (deveria cair para 25% a partir de 2004); a CPMF foi prorrogada até o dia de hoje e com alíquota de 0,38% (deveria cair para 0,08% a partir de 2004).
Amaral lembra que o governo Lula ainda tentou elevar a carga tributária por meio da medida provisória nº 232, de 2004 -a intenção era aumentar, de 32% para 40%, a base de cálculo da CSLL e do IR das empresas prestadoras de serviços. Mobilizada, a sociedade conseguiu fazer com que o Congresso rejeitasse o aumento. Estimativas indicam que a Receita obteria mais R$ 5 bilhões por ano a partir de 2006.
Depois de anos seguidos de alta, Amaral prevê que a carga tributária finalmente poderá baixar em 2008 -desde que o governo não eleve alíquotas de outros tributos que não dependem de aprovação do Congresso (como IOF, IPI e CSLL) para compensar o fim da CPMF.
Se houver algum aumento de tributo, a carga fiscal não cai, segundo Amaral. Sem os R$ 38 bilhões da CPMF, a carga em proporção do PIB teria de baixar 1,4 ponto percentual. Como cerca de R$ 14 bilhões a R$ 15 bilhões voltarão na forma de outros tributos, via maior consumo, ele estima aumento de 0,5 ponto percentual. Isso levará à queda de 0,91 ponto percentual da carga em 2008.

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9.1.08

NOTÍCIA DO DIA - BMF ajusta foco para expandir mercado

No futuro, os alimentos serão mais caros e os preços de energia, também. Poluir será um direito que terá de ser comprado. Com as maiores terras agriculturáveis do mundo, o Brasil terá vantagem competitiva, segundo Manoel Félix Cintra Neto, presidente da BM&F. Para ele, a Bolsa terá papel importante em negociar essas oportunidades e riscos. Ainda em período de silêncio por causa da abertura de capital, Cintra Neto falou à Folha sobre as expectativas para o mercado.

FOLHA - Como foi o "road show" para "vender" o IPO da BM&F?
MANOEL FÉLIX CINTRA NETO -
Se pegar todas as viagens feitas, dá três vezes a volta ao mundo. Há um interesse muito grande no Brasil. Todos reconhecem que o Brasil será "investment grade" [com selo de bom pagador] e estão se antecipando a isso.

FOLHA - Qual a maior dúvida?
CINTRA NETO -
O Brasil é um país que tem tudo por fazer. Tem potencial de investimento em infra-estrutura, álcool e biodiesel. Temos um mercado com um arcabouço jurídico muito forte. E eles perguntam isso, que é a segurança de investimento. A condução da política econômica pelo governo Lula deu confiança para os investidores. Não tem mais esquerda e direita em termos de fundamentos econômicos.

FOLHA - Se o Brasil é uma realidade, o que falta fazer?
CINTRA NETO -
Basta que o governo ofereça segurança para que o capital privado faça o desenvolvimento que se esperava do Estado, que é educação, estrada, porto, saída para o Pacífico. Na questão tributária, a reação do Lula [ao fim da CPMF] foi excelente. Respeitou a democracia e viu o que poderia fazer. É uma oportunidade para apresentar uma proposta de simplificação tributária. Outra questão é a formalização. Os IPOs mostram que vale a pena ser formal. Quando todos pagam impostos, se cria a possibilidade para pagar menos.

FOLHA - Se não existe mais direita e esquerda na economia, então o ministro da Fazenda ainda é importante? Há um esvaziamento?
CINTRA NETO -
O governo sempre vai ser importante. Não precisa ser o governo empresário. O governo dá o tom na agenda. É como no futebol. Você vê que o juiz é bom, quando assiste à partida e não percebe que tem juiz. Se o país for bem, você não percebe o governo.

FOLHA - O BNDES e BB perderam a sua importância para as Bolsas como fonte de recursos?
CINTRA NETO -
O país não pode ficar só na dependência do BB e do BNDES. Não pode querer que o BB carregue alguma carga especial nas costas. BNDES deve atuar em longo prazo, que os bancos não atendem.

FOLHA - Não é um contra-senso o produto da BM&F ser tão sofisticado e ter atraído 260 mil pequenos investidores no IPO?
CINTRA NETO -
Realmente, o grande usuário do sistema de "hedge" [contrato que funciona como um seguro] são as grandes empresas. É uma pena que cada um levou uma quantia menor do que desejava. Claro que muitos entram para realizar lucro em curto prazo. Tomara que realizem, saiam satisfeitos e voltem.

FOLHA - Qual a vocação da BM&F e do país quando os alimentos passam a ter um valor financeiro maior?
CINTRA NETO -
Os alimentos passam a ter uma importância maior, os volumes crescem e os valores são outros. A entrada da China como grande consumidora fez a grande diferença nos últimos dez anos tanto na valorização das commodities quanto no barateamento dos produtos industrializados. O produto agrícola tem um campo fantástico de crescimento, principalmente o Brasil, que ainda tem áreas agriculturáveis [extensas]. As perspectivas dos contratos agrícolas de uma maneira geral no mundo todo são grandes, não só na BM&F.

FOLHA - A Bolsa de Chicago tira negócios da soja da BM&F?
CINTRA NETO -
É o contrário, a Bolsa de Chicago é centenária. Nós é que estamos aí e com legitimidade, uma vez que o Brasil é um grande produtor.

FOLHA - A BM&F sediou o leilão da Prefeitura de São Paulo de créditos de carbono. O Brasil tem uma vocação natural nesse mercado?
CINTRA NETO -
O Brasil deverá ser um grande emissor de créditos de carbono. O desafio é como comercializar. Como é que um dos grande investidores lá de fora vai comprar de alguém que não conhece? A BM&F entra dando credibilidade. O sistema de leilão torna a comercialização segura. E, por ser mais segura, obtém o melhor preço. À medida que cresça, deverá ser criado um mercado para esses certificados. É um instrumento interessante para um futuro contrato.

FOLHA - São Paulo tem vocação como centro de liquidez e pode esvaziar as praças na América Latina?
CINTRA NETO -
São Paulo é o mercado mais desenvolvido. À medida que Buenos Aires, Lima e Santiago virem que há um mercado forte na América Latina, a tendência é interagirem com o Brasil. No caso do banco [argentino] Patagonia, que abriu o capital na Bovespa, a tendência seria ir para Nova York. A Bovespa dá o mesmo nível de liquidez e segurança.

FOLHA - A BM&F discute a fusão com a Bovespa? Sairá em 2008?
CINTRA NETO - [Silêncio]

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8.1.08

TENDÊNCIAS 2008 - Os temas-chave do ano

Aproveitando o clima de previsões para 2008, vou fazer também um exercício de futurologia e destacar os temas do mundo empresarial que serão destaque no ano. São eles:

- Sustentabilidade, com ênfase nas questões envolvendo preservação do meio ambiente.

- Produção de energia limpa.

- Ascensão das classes C/D ao mercado de consumo

- Luxo acessível

- Design Retrô

- Economia Wiki

- Entrada de novas empresas na bolsa

- Apagão logístico

- Crise de energia

- Ambiente de incertezas

- Olimpíadas

- Eleições nos EUA

- Eleições Municipais

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NOTÍCIA DO DIA - Empresas brasileiras obtém os melhores resultados da década

As empresas brasileiras registraram, em 2007, a maior rentabilidade da década, segundo estudo que será divulgado hoje pela Serasa.
O indicador de rentabilidade das companhias atingiu 6,6% no ano passado, o maior desde 2000. De 2003 a 2006, os índices tinham sido os seguintes: 4,6%, 5,1%, 5,3% e 5%.
O trabalho da Serasa foi bastante amplo. Foram analisados 9.700 balanços referentes a setembro do ano passado, que foram publicados no quarto trimestre. Desse total de empresas, 3.200 são da indústria, 3.700 do comércio e 2.800 de serviços. O setor financeiro não entrou no estudo.
O indicador de rentabilidade da Serasa mede o lucro operacional das empresas em relação ao faturamento líquido. São excluídos as receitas com venda de bens e ativos e os resultados extra-operacionais.
Segundo Marcos Abreu, gerente de análise setorial da Serasa, esse resultado bastante positivo das empresas no ano passado se explica pelo crescimento da massa salarial, pela ampliação do crédito e pela recomposição de estoques em segmentos importantes da indústria.
A melhoria da gestão das empresas é outro fator que também ajuda a explicar esse resultado do ano passado.
Marcos Abreu destaca ainda a redução do endividamento das companhias em geral, reflexo principalmente da forte desvalorização do dólar.
Há sete anos, o cenário era exatamente o contrário. A crise de desvalorização do real, em 1999, pegou as empresas altamente endividadas em moeda estrangeira, o que afetou a lucratividade das companhias no início da década.
Em 2007, a situação já foi bastante diferente. As empresas reduziram bastante o endividamento em dólar e promoveram uma série de ajustes operacionais que as deixaram muito mais produtivas e prontas para iniciar uma nova fase de investimentos.
Entre os setores pesquisados, o que registrou melhor desempenho foi o de serviços, com uma rentabilidade de 8,8%. Para ter uma idéia, a margem de lucro no ano de 2000 desse setor tinha sido de apenas 1,3%.
Apesar da queda nos ganhos com as exportações, a indústria foi a segunda mais rentável. A lucratividade foi de 8,2%, superior aos 2,2% de 2000. O destaque foi o segmento siderúrgico, influenciado pela crescente demanda de aço da China.
Segundo Marcos Abreu, a melhora na eficiência da gestão e a economia em geral mais do que compensaram a menor receita com as exportações.
O setor de comércio registrou uma rentabilidade de 1,9%, que pode parecer pequena em relação às obtidas por serviços e pela indústria, mas não é bem assim. O comércio é a atividade que trabalha com as margens de lucro mais comprimidas em comparação a todos os setores da economia.
Em 2000, o comércio registrava uma rentabilidade de apenas 1,1%, e, nos dois anos seguintes, o setor apresentou lucratividade até negativa.

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TENDÊNCIAS 2008 - Para empresários, 2008 será bom ano, mas menos pujante que 2007

É consenso entre empresários: 2008 deverá ser um bom ano, alavancado sobretudo pelo crescimento de 2007, porém, menos pujante.
Garantidas por contratos de longo prazo, empresas de bens de consumo duráveis, por exemplo, esperam atravessar com certa facilidade um possível tropeço da economia, causado pela retração nos Estados Unidos, e continuar trabalhando com o horizonte de crescimento sustentável.
"Nossa carteira de encomendas está completa para os próximos dois anos", afirma Marcelo Taparelli, diretor-superintendente da Sermatec, fabricante de máquinas para usinas de açúcar. Empresa do grupo Biagi, a Sermatec tem R$ 2,6 bilhões de pedidos em carteira, para os próximos dois anos. "Como nossa carteira até 2010 está quase tomada, estamos estudando investimentos em expansão", diz Taparelli.
Outro setor bastante aquecido, o da construção civil, também tem visão parecida à do de bens de capital. João Claudio Robusti, presidente do Sinduscon (Sindicato da Construção Civil) afirma que só mesmo "uma hecatombe pode parar o crescimento do setor" e, mesmo assim, apenas no quarto trimestre.
"No nosso setor parar é tão difícil quanto começar", diz Robusti. "Uma vez tomada a decisão de investimento, ela só termina com a obra pronta."
Na área de bens de consumo também há boas expectativas para 2008, mas por motivos diferentes. Como a venda dos produtos de massa é atrelada à renda disponível -e essa está crescendo- as empresas contam com bons resultados no primeiro semestre.
"O setor de bebidas acompanha o crescimento do PIB do ano anterior", diz Paulo Macedo, diretor de relações externas da Femsa Mercosul. "Assim, 2008 refletirá o PIB maior de 2007."
Sua maior preocupação diz respeito às medidas que o governo tomará para repor a arrecadação perdida com o fim da CPMF. Isso porque o setor de bebidas alcoólicas costuma ser dos mais atingidos, quando há necessidade de aumento de arrecadação.
"Se houver mesmo o fim da CPMF, o repasse para o consumidor será automático porque o setor é muito competitivo", diz Macedo. "Diminuirá a participação do governo no preço do produto."
Nildemar Secches, presidente da Perdigão, espera que a não aprovação da CPMF seja o motor para os governos federal e estaduais voltarem à discussão da reforma tributária.
"A economia em 2008 deverá ter um bom ritmo e será o momento ideal de discussão da reforma tributária", afirma Secches.

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7.1.08

TENDÊNCIAS 2008 - Mercado mantém previsões para inflação e PIB em 2008

Na primeira divulgação do ano da pesquisa Focus, apresentada hoje pelo Banco Central, as projeções das 100 instituições financeiras para os principais indicadores econômicos não trouxeram novidades. O mercado manteve as expectativas para inflação, câmbio, juros e Produto Interno Bruto (PIB) deste ano.

A previsão para a inflação em 2008, medida pelo Índice de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), manteve-se em 4,3% no relatório semanal Focus, estável em relação aos número da semana passada. Para 2007, o mercado elevou, pela sétima semana consecutiva, a expectativa do IPCA, passando de 4,36% para 4,39%.

O IPCA é o índice oficial utilizado pelo Banco Central para cumprir o regime de metas de inflação. O centro da meta de inflação para 2007, determinado pelo Conselho Monetário Nacional (CMN), é de 4,5%, com margem de tolerância de dois pontos porcentuais para cima ou para baixo. Para o ano de 2008, o centro da meta de inflação também é de 4,5%, com os dois pontos de margem.

Para a taxa básica de juros, a Selic, o mercado financeiro prevê que o Comitê de Política Monetária (Copom) promova cortes menores e mais espaçados, com a Selic encerrando 2008 em 10,75% ao ano - projeção mantida há duas semanas.

No mercado de câmbio, as instituições financeiras mantiveram, pela sétima semana consecutiva, a previsão de que o dólar encerre 2008 cotado a R$ 1,80.

Nos números referentes ao crescimento da economia brasileira, o mercado financeiro manteve a projeção estável em 4,5% para a expansão do Produto Interno Bruto (PIB) deste ano, mas promoveu uma pequena elevação na previsão do PIB de 2007, que passou de 5,19% para 5,2%.

Quanto à balança comercial brasileira, a previsão do mercado é de um superávit de US$ 31,9 bilhões em 2008, valor menor que os US$ 31,94 bilhões estimados na semana passado, e saldo negativo de US$ 4,35 bilhões na conta corrente deste ano. A projeção para os investimentos estrangeiros diretos (IED) permaneceu em US$ 33 bilhões para 2007 e subiu de US$ 27 bilhões para US$ 27,5 bilhões em 2008.

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NOTÍCIA DO DIA - Nova holding da moda quer investir R$ 36 milhões em 2008

A nova holding I'M (Identidade Moda), que passou a controlar seis grifes brasileiras e tornou-se um dos grupos mais fortes da moda no País, deve investir neste ano R$ 14 milhões na abertura de novas lojas e R$ 22 milhões no marketing das marcas. Controlada pela empresa brasileira HLDC Investimentos, dos sócios Enzo Monzani e Conrado Will, a holding é dona das marcas Zoomp, Zapping, Alexandre; Herchcovitch, Herchcovitch; Jeans, Fause Haten e Cúmplice, além de ter adquirido o controle da rede de lojas de luxo Clube Chocolate. Em 2008, a I'M planeja comprar novas marcas, contemplando diferentes estilos. A idéia é criar um portfólio de marcas com muita identidade, que não concorram entre si e sejam complementares. Entre os novos alvos estão marcas de roupas esportivas (active wear), roupas casuais, de acessórios (como bolsas e calçados), lifestyle urbano e outras grifes autorais, como Herchcovitch; Alexandre e Fause Haten. A internacionalização das grifes é um dos objetivos centrais da empresa. O projeto de expansão global deve incluir a volta do estilista Fause Haten à semana de moda de Milão - Herchcovitch já desfila em Nova York. A primeira aquisição do grupo HLDC foi a Zoomp, em 2006. Só dessa grife serão abertas oito novas lojas neste ano. A Zapping, adquirida na mesma época, também ganhará uma loja nos Jardins, em São Paulo, neste semestre. A grife Fause Haten deve inaugurar três novos endereços. A partir de agora, os licenciamentos relacionados à moda da Fause Haten e das marcas do estilista Alexandre Herchcovitch passam a ser controlados pela holding. Os dois designers, porém, terão autonomia para fazer licenciamentos em outras áreas que não a de moda.

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