30.7.07

A próxima revolução da era digital



Guarde este nome: Jeff Han, da Perceptive Pixel. Muito em breve ele deverá estar na lista dos revolucionários (e bilionários) da era digital. Em uma apresentação de nove minutos realizada no ano passado no TED 2006, um dos mais importantes encontros sobre novas tecnologias do mundo, o jovem norte-americano descendente de coreanos, pesquisador da New York University, deixou a platéia (que incluía entre outros Jeff Bezos da Amazon, Sergey Brin e Larry Page do Google) de boca aberta.


Em uma tela de cristal líquido de 36 polegadas, Jeff apresentou uma nova tecnologia que irá abrir um novo capítulo na história da tecnologia, aposentando definitivamente o teclado e o mouse. Manipulando imagens, gráficos, animações e mapas com uma facilidade espantosa usando somente os dedos, ele mostrou uma nova tecnologia de interface, em que poderemos interagir com o computador de forma muito mais prática e intuitiva (veja as fotos). Para ver o potencial desta nova tecnologia, veja com seus próprios olhos nos sites:

http://www.ted.com/index.php/talks/view/id/65

http://www.perceptivepixel.com/

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27.7.07

"Se, a princípio, sua idéia não parece absurda, muito provavelmente ela não é inovadora."
Albert Einstein

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26.7.07

É possível medir o comportamento humano com uma régua? - Parte 2

É possível medir o comportamento humano com uma régua? Para o consultor Rogério Leme, do Grupo AncoraRH (www.ancorarh.com.br) a resposta é sim, desde que se use as réguas corretas. Para ele, o problema dos métodos tradicionais de avaliação adotados pela área de RH das empresas é o de não levar em conta o fator complexidade das pessoas, justamente os aspectos comportamentais subjetivos e que são fundamentais no processo de análise. Autor de dois livros sobre o assunto, em que apresenta uma metodologia de avaliação por competências com comprovação matemática, Leme está finalizando duas novas obras abordando a utilização deste método na seleção e feedback de profissionais. Os livros, "Seleção e entrevista por competências com o inventário comportamental" e “Feedback para Resultados na Gestão por Competências pela Avaliação 360º”, serão lançados pela editora Qualitymark durante o ConaRH 2007, que será realizado entre os dias 21 e 24 de agosto.

25.7.07

Uma das empresas mais inovadoras do Brasil vai abrir franquia

Recente pesquisa da empresa de consultoria Innovation Management, do Monitor Group, colocou a 24x7, criadora de uma vending machine de livros, como uma das seis empresas mais inovadoras do Brasil, ao lado de Alpargatas (sandálias Havaianas), Magnetti Marelli (motor bicombustível), Casas Bahia, Embraer e Natura. Não bastasse essa indicação, a empresa também foi vencedora do Prêmio Valor Social em 2006. Com um perfil assim, a primeira impressão é de que a empresa está na lista das 500 maiores do país. No entanto, a 24x7 é uma pequena empresa com apenas seis anos de mercado, fruto do sonho do empreendedor Fábio Bueno Netto.
A idéia do novo negócio surgiu da experiência de Fábio no período que trabalhou no desenvolvimento de novos negócios da OESP Páginas Amarelas, quando a empresa lançou o projeto de livros ao preço final de R$ 1, em meados da década de 90. “Pude conhecer o mercado editorial com mais profundidade e perceber o quanto os custos de distribuição encarecem e inviabilizam o acesso das pessoas ao livro”, relembra.
A “sacada” para solucionar o problema veio de um insight. “Todo dia passava pela avenida Paulista a caminho do trabalho e via as máquinas de refrigerante na Fiesp. Foi então que tive a idéia: por que não facilitar a venda por meio destas máquinas, da mesma forma que os refrigerantes?”, conta.
Como todo empreendimento inovador, o início da 24x7 foi extremamente difícil. A vending machine teria de ser adaptada para vender livros mas nenhum fabricante estava disposto a bancar a idéia. Fábio teve de fazer os ajustes praticamente na “unha”, ao mesmo tempo em que tentava convencer as editoras sobre a viabilidade do projeto. Em 2003 finalmente conseguiu instalar sua primeira máquina na estação São Joaquim do metrô, em São Paulo.
“Começamos a operar às 5h e todo mundo ficou curioso em conhecer a máquina, mas só conseguimos efetuar a primeira venda às 17h”, recorda Fábio.
Hoje com 21 máquinas em estações do metrô na capital paulista, Rio de Janeiro (RJ) e Curitiba (PR), a 24x7 espera acelerar o número de pontos de venda por meio de franquias. Até o final do ano, a previsão é ter 200 máquinas instaladas.Mesmo com o sucesso e o reconhecimento do negócio, Fábio não abre mão da missão do seu negócio que, segundo destaca, manteve a sua motivação mesmo nos momentos mais difíceis. “Nosso objetivo não é vender livros, mas formar o leitor e incentivar a leitura de forma sustentável”, acredita.

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23.7.07

Não basta fazer; é preciso mostrar como está fazendo

A tendência da propaganda em apelar para o "real" mostra claramente uma mudança de comportamento do consumidor que vai além da propaganda. Mais informado, mais exigente e saturado, ele está cada vez mais cético em relação às mensagens publicitárias. Além disso, a internet e a tecnologia acabaram com a comunicação de mão única. Se você quer saber o verdadeiro desempenho de uma empresa ou produto no mundo real, basta entrar em um site de busca ou numa comunidade virtual para descobrir o que pensam os consumidores.
Interessado em comprar um notebook? Ao invés de se deixar influenciar pelas propagandas, dê uma consultada nos sites relacionados a hardware. De revistas especializadas a grupos de discussão você vai encontrar uma série de avaliações e depoimentos de gente satisfeita ou insatisfeita com vários equipamentos e marcas, inclusive os que você pretende comprar.
É por isso que as empresas estão buscando não apenas fazer propaganda mais próxima da realidade mas também aumentar a sua credibilidade junto ao consumidor. É por esse motivo que empresas como Unilever e Nestlé estão aumentando a presença de sua marca institucional em seus produtos. Afinal, as pessoas já não se contentam em saber se o produto é bom; elas querem também quem é o fabricante / revendedor / prestador de serviço, se ele agride a natureza ou explora trabalho infantil e o que ele faz em benefício da comunidade em que atua.

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20.7.07

Fim do glamour na propaganda?

Gente linda, paisagens espetaculares, produtos fantásticos. A venda de um cenário perfeito sempre foi uma das principais características da propaganda. Mas esse conceito está mudando.
É só prestar atenção nos comerciais de TV. O mundo perfeito está dando lugar à realidade. As modelos das propagandas de sabonete e xampu estão sendo substituídas por "mulheres de verdade." Para vender sabão em pó o que vale não é mais o "branco total", mas o "sujar faz bem". A última edição do festival de propaganda de Cannes mostrou bem esta mudança. Várias peças publicitárias premiadas tiveram como base situações do mundo real, ou pelo menos tentaram se enquadrar nisso. A já citada nova campanha campanha de lingeries da marca Diesel simulou um "reality show"; já a campanha Dove Evolution, que se tornou também um sucesso de marketing viral (http://www.youtube.com/watch?v=hibyAJOSW8U&mode=related&search=) critica justamente o conceito idealizado de beleza.
Resta saber se o mundo real vai tomar conta da propaganda ou trata-se de uma moda passageira.

19.7.07

Meca da propaganda também premiará Relações Públicas e Design a partir de 2008

Meca da propaganda, o Cannes Lions (www.canneslions.com), o principal evento do setor no mundo, vai abrir espaço para duas novas categorias de comunicação em sua premiação. Relações Públicas e Design devem fazer parte do festival a partir de 2008, reflexo da abertura pela qual o evento vem passando nos últimos anos. Antes restrito aos filmes publicitários e à mídia impressa, o Cannes tem ampliado o leque de categorias participantes, que este ano foram nove (promoção, internet e rádio, entre eles).
Para Alexis Pagliarini, da agência Impact, essa abertura é reflexo da dissipação da fronteira entre as mídias, provocada sobretudo pela internet. "Os consumidores estão cada vez mais seletivos em relação à propaganda e para prender sua atenção é necessário fazer com que aja uma interação do público com a mensagem por meio de várias mídias", explica Pagliarini. Um comercial de TV, por exemplo, pode ter seu desdobramento na internet, gerar marketing viral e buzz, atingindo o público de várias formas.

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18.7.07

É possível medir o comportamento humano com uma régua?

"Se você não mede, você não gerencia." A frase, conferida a Robert Kaplan, um dos criadores do Balance Scorecard (BSC), se tornou um verdadeiro mantra do mundo empresarial a partir da década de 90. Foi a partir desta época que a metodologia, que prega o uso de indicadores-chave de desempenho como forma de transformar a estratégia em resultados por meio de objetivos e metas, passou a ser usada em larga escala em todo o mundo.
Inicialmente restrita a algumas áreas, o BSC foi ganhando espaço e conquistando todos os setores em que fosse possível controlar e mensurar quantitativamente as atividades, passando pela produção, logística e finanças.
Na década de 2000, pressionadas pela competicação global e necessidade de resultados imediatos, o conceito de indicadores de desempenho passou a ser adaptado também às áreas cujos resultados tradicionalmente são considerados intangíveis, como o marketing e, agora, a gestão de pessoas. Afinal, já que a empresa investe no treinamento, capacitação e retenção dos profissionais, nada mais justo do que medir o quanto eles são capazes de "entregar" financeiramente, não é verdade?
O professor da Fundação Vanzolini (USP), Felipe Cortoni, discorda. "À primeira vista a questão parece legítima, porém está invertendo a lente da compreensão. É como querer usar uma régua para pesar alguma coisa", analisa. Para ele, essa visão faz parte de um contexto reducionista que sempre esteve presente nas organizações, mas nunca com tamanha força e pressão: ou os resultados financeiros aparecem ou nada faz sentido na empresa.
"Por que deve haver controle e medição sobre as mudanças do comportamento das pessoas? Não será possível lidar com a contribuição humana de outra forma?", questiona Cortoni, que desenvolveu um artigo instigante sobre o tema. Acesse o site www.lczconsultoria.com.br e saiba porque ele considera que esse tipo de avaliação está na contramão dos verdadeiros resultados.

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16.7.07

Repensando Kotler: SE Marketing

A rápida evolução tecnológica e sobretudo a internet vem revolucionando os negócios e uma das áreas mais afetadas pela rapidez com que as mudanças e inovações acontecem sem dúvida é o marketing. Com a internet, as pessoas mudaram, às vezes radicalmente, seus processos de compra, obrigando os profissionais da área a constantemente buscar novas formas de se relacionar com seus clientes por meio da rede de computadores. Foi assim que surgiu o permission marketing, o gonzo marketing, o buzz marketing e, agora, o Search Enging Marketing (marketing em mecanismos de busca).
Com a transformação dos mecanismos de busca como Google e Yahoo em verdadeiros portais de entrada para a internet, canalizando bilhões de acessos diários em busca dos mais diversos tipos de informação, colocar uma marca ou um produto em destaque nestes sites se transformou em estratégia fundamental para muitas empresas. Mas para se conseguir isso não basta pagar um anúncio (link patrocinado) ou cadastrar o seu site nos diversos mecanismos existentes. Para fazê-lo aparecer no topo da lista é preciso construí-lo com palavras-chave que favoreçam o seu posicionamento durante a busca. É aí que entra o SE Marketing.
Atualmente já existem empresas especializadas justamente neste posicionamento. Para conhecer mais sobre cada uma delas, assim como as vantagens desse novo tipo de marketing, visite o site www.sembrasil.com.br.

11.7.07

Brasil fica à frente de emergentes em TI

Um estudo realizado pelo instituto de pesquisas britânico Economist Intelligence Unit coloca o Brasil à frente de emergentes como Índia, China e Rússia em uma avaliação do ambiente para o desenvolvimento da indústria de tecnologia da informação (TI).
O Brasil ficou em 43º lugar num ranking de 64 países, mas apesar da colocação ruim, o país foi apontado como um dos potenciais destaques do setor no futuro.
O estudo avaliou seis indicadores: o ambiente de negócios em geral, a infra-estrutura de tecnologia da informação, o capital humano, o ambiente jurídico, o ambiente de pesquisa e desenvolvimento e o apoio ao desenvolvimento da indústria de TI.
Os resultados do Brasil, em notas de zero a cem, foram respectivamente 67, 12.9, 39.6, 46, 1.6 e 61.2. Como os indicadores têm pesos diferentes, a nota final do país ficou em 31.4.
De acordo com a pesquisa, algumas nações, como Índia (com pontuação de 29.1) e China (27.9), conseguem compensar sérios problemas na indústria de tecnologia da informação oferecendo uma mão-de-obra abundante e barata.
Mas esses países poderiam enfrentar, em breve, a competição vinda de países como o Brasil, Malásia, Vietnã e Rússia. Segundo o relatório, estes países deveriam investir em nichos específicos de desenvolvimento de software e serviços. (www.folha.com.br)

Google anuncia compra da Microsoft

Google compra a Microsoft, Amazon adquire o Yahoo!. De acordo com a italiana Casaleggio Associati (www.casaleggio.it), estes fatos deverão ocorrer por volta de 2015 como parte da revolução nos meios de comunicação pelos quais estamos passando e que deverão culminar, em 2050, em Prometeus, uma mídia universal em que as pessoas serão protagonistas de mundos virtuais.
Fim da TV e das publicações impressas, internet wireless gratuita, prosumer, agavs e proibição dos direitos autorais (todo o conteúdo será livre e poderá ser usado como se bem entender) são algumas das previsões feitas pela Casaleggio, formada por um jornalista, um escritor, um profissional de marketing, um executivo e um especialista em e-business, grupo que tem em comum a visão de que o futuro da comunicação está na evolução da rede de informações e relacionamentos gerada pela internet.
Uma visão instigante do que será esse futuro pode ser vista em um vídeo que está circulando no You Tube (Prometeus - The Media Revolution). Obrigatório para profissionais de marketing, comunicação, tecnologia, negócios e qualquer um que tenha a mínima curiosidade em saber onde esse furacão chamado internet está nos levando.

10.7.07

Enquanto uns choram, outros vendem lenços

A crescente onda de violência nos grandes centros urbanos está gerando um mercado bilionário e uma oportunidade de negócios para empresas de tecnologia. De acordo com pesquisa realizada pela ABESE (Associação Brasileira de Empresas de Sistemas Eletrônicos de Segurança), o setor vem crescendo a uma taxa de 12,75% ao ano nos últimos oito anos. No ano passado, esse índice chegou a 14%, sendo que no total o segmento apresentou faturamento de US$ 1,026 bilhão.
Apesar dos números, a pesquisa mostra que este é um mercado que tem muito a crescer: estima-se que do total de 6 milhões de imóveis com possibilidade de instalar alarmes e equipamentos de monitoramento, somente 7% utiliza estes sistemas.

Editora Abril lança portal sobre sustentabilidade

Aumentando o seu engajamento no rol de empresas que estão investindo no conceito de sustentabilidade (ou seja, integrando os resultados financeiros com a preservação do meio ambiente e a responsabilidade social), a Editora Abril lançou o projeto Planeta Sustentável (www.planetasustentável.com.br). O portal reúne matérias sobre estes temas publicadas em todas as revistas e sites do grupo, (cuja diretriz, aliás, é ter pelo menos uma matéria sobre sustentabilidade em cada edição).
A iniciativa da Abril é importante por mostrar um panorama abrangente das ações desenvolvidas no Brasil por empresas de diversos setores.