28.9.07

Como aumentar as vendas no varejo

Escritor, consultor, conferencista e professor, autor dos livros Alavancando resultados através da gestão da qualidade, Como garantir três vendas extras por dia e co-autor do livro Gigantes das vendas, Evaldo Costa sugere dicas de sucesso para o varejo aumentar suas vendas:

1. Busque investir no público de terceira idade, pois ele é o que mais cresce atualmente no Brasil.

2. Atenção às classes C, D e E. Juntas elas representam 48% do consumo nacional.

3. Desenvolva mecanismos que facilite o crédito. Quando a grana está curta o crédito poderá ser uma ótima opção para incrementar vendas.

4. Invista na sua equipe. Consultores de vendas bem treinados em atendimento, técnicas de vendas e negociação podem fazer a diferença.

5. Tecnologia assistida. Com lojas menores o lojista pode optar pelos melhores pontos e instalar no seu interior terminais de vendas (utilizando a internet).

6. Facilite a experiência de compra. Se possível, permita que o cliente conheça o produto antes de comprá-lo. Ex.: fábricas de brinquedos que criam espaço para as crianças brincarem.

7. Busque a fidelização dos clientes. Conhecer bem o consumidor (estilo de vida, comportamento, hobby etc.) pode ajudá-lo a otimizar a verba de propaganda.

8. Respeito aos padrões morais e éticos. Exploração do trabalho infantil, produto que agride o meio ambiente etc. podem causar enormes danos à imagem do negócio.

9. Cultive ambiente atrativo. Cuidar da iluminação, cores, piso, limpeza e selecionar as músicas adequadas para a loja podem ser um apelo importante para conquistar a atenção do cliente.

10. Escolha do local. Ao escolher o ponto, foque o segmento de mercado que deseja atuar.

11. Agregue serviços ao produto. Oferecer comodidade ao cliente como, por exemplo, computadores com internet e serviço de transporte para buscar e levar os clientes são apreciados.

Fonte: Portal HSM On-line


18/09/2007
Costa, Evaldo

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A próxima pequena grande coisa

Rafael Kiso*

Um widget web é um pedaço portátil de código que pode ser instalado e executado dentro de qualquer página HTML pelo usuário final sem requerer compilação ou algo do tipo. Eles são semelhantes aos widgets que existem nas aplicações desktops, principalmente no Windows Vista e no Mac. Outros termos sinônimos de widgets web são gadget, badge, módulo, cápsula, snippet, mini e flake. Os widgets são tipicamente parecidos com pequenas janelas ou caixas, que carregam uma funcionalidade de terceiro. O resultado pode ser ter seus vídeos favoritos do YouTube dentro do seu site, por exemplo.

Mas os widgets também podem ser a janela para venda de produtos e serviços ou até mesmo para propagandas customizadas. Por exemplo, criar um que toca suas músicas favoritas e direcionar os usuários para um site que as vende.

A corrida em busca de terreno na web está se tornando uma corrida ao ouro pela rápida disseminação de desenvolvedores, empresas de mídia e varejo, que estão “widgetizando” suas aplicações, vídeos, e produtos, e colocando-os em outros sites. As pessoas estão gastando cada vez mais tempo em blogs, comunidades e redes sociais como Orkut, Facebook, MySpace, Hi5 e Tagged. E nesse sentido, criar widgets é como desencadear uma nuvem de vírus. Eles podem carregar sua loja, serviço ou propaganda para qualquer site ou página da rede. E se as pessoas gostarem do seu widgets, elas irão espalhar para milhares de outras pessoas. Você poder ganhar uma escala muito grande em pouco tempo.

Esse movimento começou em maio, quando o Facebook anunciou que iria abrir seu código e passar parte do poder econômico e de distribuição para os desenvolvedores de widgets. Enquanto o MySpace permite que seus usuários colem aplicações em seu site, o Facebook deu alguns passos à frente e permitiu aos desenvolvedores acessarem os dados do perfil de seus usuários para aumentar a utilidade dos widgets. Além disso, o Facebook criou áreas discretas onde os desenvolvedores podem ficar com 100% da receita gerada pelo e-commerce ou publicidade de seu widget.

Mergulhando de cabeça – Grandes companhias de mídia, tecnologia, comunicação, entretenimento e varejo, estão entrando de cabeça nos widgets. A Reebok, por exemplo, criou recentemente um widget para o mercado chamado “Shoe Fight”, no qual te permite desenhar um tênis e colocá-lo no seu site, enquanto a IBM está plugando widgets em seus diversos software, incluindo um que permite os funcionários transformarem seus e-mails não lidos em arquivos de áudio para que possam ouvir enquanto voltam para casa.

Para se ter uma idéia do movimento, o Google revelou um programa para atrair criadores de widgets no qual serão remunerados por criação. Eles também estão testando os chamados Gadget Ads, no qual permite os anunciantes tornarem seu formato estático em um conjunto de widgets com vídeos, animação, e notícias em tempo real. Os widgets permitem as pessoas personalizarem sua experiência na web e ao mesmo tempo produzir uma publicidade mais efetiva e relevante.

Mudança de métricas – O que é importante observar desde já é que com a explosão dos widgets na web, métricas como page views e tempo de permanência terão que mudar. Em um mundo onde um site pode ser dividido em centenas de pedaços, os widgets redesenharão a definição de uma página web e de uma audiência.

E as implicações no e-commerce também são potencialmente grandes. Ao invés de simplesmente construir um site onde as pessoas vão para comprar, os vendedores podem usar os widgets para trazer a loja até os compradores. A Amazon e a Wal-Mart já possuem um widget que permite os usuários buscarem em suas lojas enquanto estão em sua rede social ou página pessoal. O eBay também criou um widget similar ao da Amazon, só que específico para o ambiente do Facebook. Isso é o que podemos chamar de “e-commerce distribuído”.

E isso tudo é somente a ponta do iceberg. Pense no que acontecerá quando a rede social for verdadeiramente móvel. Os widgets por sua vez já possuem um visual semipronto para os dispositivos como o iPhone.

A relação dos widgets com as redes sociais já está se tornando a nova grande rede, e sem dúvida, isso pode marcar a entrada da terceira era da web.

Fonte: Portal HSM On-line


19/09/2007
Kiso, Rafael

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27.9.07

"Empreendedor brasileiro não quer ser dono do próprio negócio, quer ser dono do próprio emprego."

Roberto Shyniashiki

Jesus $alva

Segmento por muito tempo marginalizado, os evangélicos vão mostrando a sua força no Brasil. Segundo o IBGE, já são 26 milhões de brasileiros, 16% da população, e esse número cresce a taxas superiores a de todas as outras religiões, inclusive a católica, credo predominante no Brasil desde o início da colonização dos portugueses. Aliás, se continuar nesse ritmo, estima-se que o número de evangélicos ultrapasse os católicos no país dentro de duas décadas.
Como não poderia deixar de ser, esse crescimento originou também um crescente mercado de consumo especializado em produtos e serviços cristãos. O interessante é que ele cresce como um mercado paralelo, em que evangélicos negociam com evangélicos. O segmento de temas e conteúdos religiosos vai de vento em popa. São gravadoras, agências de turismo, editoras, emissoras de rádio e TV, confecções e até desenvolvedores de software que já faturam alto alimentando a alma e o fervor dos seus consumidores. Um exemplo foi a ExpoCristã, realizada no ano passado em São Paulo, que reuniu 350 expositores e movimentou R$ 50 milhões.
Um segundo braço desse mercado evangélico que começa a crescer é o de produtos de consumo do dia-a-dia, em que as mensagens evangélicas são veiculadas nas embalagens dos produtos. Já não é incomum encontrar produtos com slogans religiosos. Desde panelas de alumínio Eirilar "Jesus é a verdade" até água sanitária Eco-Ar, uma "empresa da economia da Comunhão".
Se as tendências se confirmarem, é bom o empreendedor brasileiro passar a frequentar um tempo e louvar a Jesus em seu marketing.

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26.9.07

CEO Study



A IBM apresentou recentemente o resultados de sua pesquisa CEO study 2006. Realizada com 765 CEOs, executivos e líderes empresarias de 11 regiões com economias desenvolvidas e emergentes em todo o mundo, o estudo revelou algumas das principais preocupações das lideranças empresariais. Algumas das conclusões apresentadas:

A pressão competitiva tornou a inovação uma prioridade muito maior do que a expectativa dos CEOs. Ela é vista de forma abrangente, envolvendo um mix composto por produtos, serviços, mercados e processos.

2/3 dos executivos entrevistados esperam realizar mudanças importantes em suas organizações nos próximos dois anos, processo que eles enxergam como oportunidade para expandir os horizontes de inovação em suas empresas.

Para desenvolver um ambiente inovador, os CEOs consideram fundamental a colaboração entre todos os participantes da cadeia de valor, como os fornecedores e os próprios clientes. Isso exige que a organização, a começar por eles próprios, se obrigue a olhar para fora da empresa. A visão externa deve ser forçada todo o tempo até que ela faça parte da cultura organizacional.

A inovação deve ser combinada aos recursos tecnológicos para gerar novos insights para o mercado e para os negócios.

Pense abrangentemente, haja personalizadamente e administre o mix de inovação. Crie uma cultura que valorize a constante evolução e mudança do modelo de negócios.

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25.9.07

Por que os supermercados ainda não são o melhor lugar para se trabalhar

A cada ano, o setor de supermercados se consolida como um dos principais segmentos da economia. Para constatar essa realidade, basta olhar os números fornecidos pela Associação Brasileira de Supermercados (Abras). Desde 2003 o setor apresenta crescimento contínuo, chegando a R$ 124 bilhões em 2006, o equivalente a 5% do PIB brasileiro. Diretamente, é responsável por 838 mil postos de trabalho, espalhados em 73,6 mil lojas em todo o país. Não bastasse isso, 13 redes estão na lista das 500 maiores companhias no Brasil. Notícias envolvendo o varejo são sempre destaque nos noticiários de economia e negócios e casos empresariais de empresas de auto-serviço são atualmente as grandes atrações das escolas de administração, marketing e negócio.

Diante de tamanha pujança, causa espanto constatar que nenhuma delas (ressalte-se, nenhum supermercado, seja de grande, médio ou pequeno porte) tenha sido mencionado nas duas relações de melhores empresas para se trabalhar no Brasil, publicadas recentemente por conceituados veículos de comunicação. As empresas do setor sequer são mencionadas na categoria de varejo. Neste caso, redes de outros segmentos como Magazine Luiza e Lojas Renner foram os destaques.

É claro que existem redes em todo o país com áreas de recursos humanos bem estruturadas, que investem na valorização de seus funcionários mas, infelizmente, ainda constituem exceção. E, como diz o velho ditado (comprovado pelas duas pesquisas), as exceções confirmam a regra. Comparados a outros segmentos, os supermercados ainda não estão entre as melhores empresas para se trabalhar no Brasil.

Um dos principais motivos dessa situação é a recente profissionalização do setor. Por décadas, os principais requisitos para o sucesso de um supermercado era o espírito empreendedor e o talento para a negociação de seus gestores. Até por ter uma operação mais simples, os supermercados não necessitavam de mão-de-obra especializada. Foi somente com a estabilização da economia e a concentração do setor, provocada pela chegada das grandes redes internacionais ao país no início da década de 90, que essa situação mudou.

Com a concorrência cada vez mais acirrada e o fim da chamada “ciranda financeira” que encobria suas perdas e improdutividade, as empresas passaram a necessitar de profissionais qualificados para reduzir custos e aumentar a eficiência de suas operações. Consumidores mais conscientes e exigentes também pressionaram os supermercados a oferecer não só preços baixos mas também ótimo atendimento. Todos estes fatores levaram as redes a valorizar o RH e a busca de talentos.

Mas mesmo com toda a evolução ocorrida nos últimos anos, a área de gestão de pessoas ainda não encontrou seu lugar na estratégia da grande maioria das organizações, que continua a priorizar a ganhos logísticos, escala e o poder de negociação junto aos fornecedores. Não que esses fatores não sejam importantes, mas os varejistas precisam perceber que a pressão competitiva atual exige uma mudança de foco em relação aos seus diferenciais. Eficiência operacional e preços competitivos nada mais são do que pré-requisitos para entrar no jogo. O que vai fazer a diferença é atrair, desenvolver e manter os melhores talentos do mercado para desenvolver conceitos, idéias e serviços inovadores. É o que empresas de outros setores, e até mesmo empresas de outros segmentos de varejo, já descobriram.

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19.9.07

"Confiança nas empresas é a menos entendida, mais negligenciada e a mais substimada oportunidade de nossos tempos."

Stephen Covey, autor do livro A Velocidade da Confiança, a ser ser lançado em outubro pela editora Campus / Elsevier

Business Process Day 2007

Incompreendida e muitas vezes desprezada durante muitos anos, finalmente a gestão de processos está conquistando o seu espaço nas grandes corporações do mundo. À medida que a pressão por resultados aumenta na mesma proporção em que se reduzem os níveis hierárquicos, as empresas estão descobrindo que a visão de processos é capaz de aumentar a eficiência da empresa por meio da maior sinergia entre as áreas e foco concentrado no atendimento às necessidades dos clientes.
No Brasil não é diferente. Aos poucos, cresce o número de companhias que passam a adotar a metodologia com resultados expressivo. Os exemplos poderão ser vistos amanhã, durante o Business Process Day 2007, que acontece no Clube Transatlântico, em São Paulo. Promovido pelo Instituto Avançado de Desenvolvimento Intelectual (Insadi), o evento irá mostrar casos de sucesso de diversas empresas, como Accor, Astra Zêneca, SKF, Cosipa, EDS, Telemig e Santander.

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RH em Alta

O RH está em alta, pelo menos na mídia. Duas emissoras e um emissora de TV já estudam veículos para esse público. Até o início de 2008 a editora Padrão (responsável pelas revistas B2B Magazine e Consumidor Moderno) e a Abril devem lançar revistas direcionadas aos executivos destas áreas. Na área de TV, a Abril, que está investindo em um canal a cabo, e o SBT também preparam programas especializados na área.

17.9.07

Cadeia Sustentável

Quando uma empresa com 176 milhões de consumidores mensais, operação em 15 países, 6,7 mil lojas e faturamento anual de US$ 345 bilhões como a rede norte-americana Wal-Mart começa a mudar o seu posicionamento no mercado, é melhor os seus 60 mil fornecedores ficarem de olho. Depois de ser acusada de destruir o pequeno varejo de cidades onde as suas megastores se instalam, comprar mercadorias de fabricantes que exploram o trabalho infantil e de explorar os seus funcionários ao limite da escravidão, a empresa abraçou a causa da sustentabilidade com metas ambiciosas. Quer reduzir a geração de lixo na companhia a zero, utilizar energia 100% renovável e vender produtos que não ameacem o meio ambiente e os recursos naturais.
Para conseguir cumprir seus objetivos, surge a ameaça/oportunidade: todos os participantes da cadeia de valor do Wal-Mart, incluindo fornecedores de equipamentos, insumos e produtos, também devem se engajar à sua causa.
Um exemplo está no Brasil. A Cromo Steel, fabricante de equipamentos para supermercados, está testando em uma das lojas do Wal-Mart na grande São Paulo um novo modelo de carrinho de compras que usa caixas de papelão ondulado como cestos. Além de tornar as compras mais práticas (basta o cliente acondicionar os produtos nas caixas, pagar e levar embora), o novo equipamento dispensa o uso de sacolas plásticas.

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14.9.07




"Se, a princípio, sua idéia não parece ser aburda, muito provavelmente ela não é inovadora." Albert Einstein

Melhores empresas para se trabalhar 4

Por que a editora Abril e a editora Globo, promotoras das pesquisas, não aparecem em nenhuma das listas?

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Melhores empresas para se trabalhar 3

Confusão à parte, as pesquisas também trazem aspectos que mostram oportunidades. Na relação da Você SA, o mais interessante são os índices para se avaliar a Felicidade no Trabalho (IFT), Qualidade na gestão de Pessoas (IQGP) e Qualidade no Ambiente de Trabalho (IQAT). Pela segunda vez, estes índices mostraram a vitalidade das pequenas empresas em valorizar os funcionários e promover um bom ambiente de trabalho. Elas só ficam atrás do IQGP, mas isso é facilmente explicável pela questão orçamentária das empresas.
Na parte da pesquisa da Época, o interessante são as lições tiradas da lista das 100 melhores. São elas:
1) As regras devem valer para todos
2) A diversidade da equipe é essencial
3) As viagens ajudam a oxigenar as idéias
4) A confiança pode fazer milagres
5 As demissões não dependem só do chefe
6) O papel social da empresa conta pontos importantes
7) Ajuda em qualquer caso
8) Ambiente familiar, de verdade
9) Dar espaço para atividades extraprofissionais é indispensável

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Melhores empresas para se trabalhar 2

Por que uma diferença tão grande entre duas pesquisas para mostrar as melhores empresas para se trabalhar no Brasil? Uma comparação entre as duas metodologias apresentadas não encontrou muitas disparidades na forma de avaliação. As duas são divididas em etapas. Na primeira os funcionários respondem um questionário sendo que, para passar para a segunda etapa, é necessário que haja 70% de formulários preenchidos. Na segunda etapa são entrevistadas as empresas, para se avaliar as práticas de gestão.
A única e significativa diferença é de que, no estudo da Você SA, também se leva em conta a avaliação dos jornalistas da revista, que visitam todas as empresas para comprovar se o discurso equivale à prática e as respostas dos questionários espelham o ambiente de trabalho.
Talvez o que contribua para confundir mais a questão seja e enorme segmentação das duas pesquisas. Na relação da Você SA/FIA, além da lista das 150 Melhores há seis categorias e mais nove premiações especiais. Já a pesquisa da Época/GPW faz 12 segmentações. Há, sem contar que a segmentação entre grandes, médias e pequenas.
Diante de tantas categorias, métodos de avaliação e pontos de vista, em vez de esclarecer, descobrir qual realmente a melhor empresa para se trabalhar fica cada vez mais difícil

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13.9.07

Melhores empresas para se trabalhar




Com diferença de poucas semanas da lista das "100 melhores empresas para trabalhar 2007/2008", publicada pela revista Época Negócios em parceria com a Great Place to Work, a revista Você SA/Exame divulgaram a relação das "150 melhores empresas para você trabalhar", realizada em parceria com a FIA. As publicações são ferramentas essenciais como referência para atração de talentos, reconhecidos hoje como principal patrimônio das organizações.
Analisando o ranking das 10 mais, é curioso notar que apenas três empresas estão presentes nas duas. E apenas a Serasa ocupa a mesma posição em ambas (terceiro lugar).

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12.9.07

Quando o risco vira oportunidade




Gazeta Mercantil - Não por coincidência, no dia em que se completam 6 anos do atentado terrorista que destruiu as torres do World Trade Center, nos Estados Unidos, a Microsoft realizou no Brasil o 2º Global Risk Meeting, evento especializado em uma área que vem crescendo em todo o mundo.
Antes focada em segmentos específicos, como informação, financeiro e segurança, a gestão de riscos está englobando outras áreas, como saúde, segurança e meio ambiente, governança, responsabilidade social e continuidade nos negócios. Na avaliação de especialistas, há um grande déficit de profissionais para atuar nestes diversos segmentos. Não há uma especialização específica, sendo que até jornalistas podem se especializar em segurança da informação. De uma certa forma, a gestão de crises de imagem também pode ser encaixada como uma forma de gestão de risco.

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10.9.07

Sustentabilidade começa em casa


Casa de ferreiro, espeto de pau. Esse velho ditado pode muito bem ser aplicado às empresas que estão investindo na sustentabilidade. Preocupadas em mostrar as suas ações no sentido de preservar o meio ambiente ou melhorar as condições de vida no país, as organizações estão se esquecendo de olhar o seu próprio quintal. É o que mostra uma recente pesquisa realizada pela GFK Indicator em parceria com a revista Consumidor Moderno. O estudo, realizado com 298 pessoas em todo o país, 66% afirmaram que gostariam que as empresas fizessem mais do que a lei determina nas áreas de educação e treinamento. Vale ressaltar que a educação e o treinamento não se restringem apenas às tarefas realizadas nas empresas. Os consumidores acham que as organizações podem contribuir mais na formação de cidadãos melhores, conscientes de seus atos perante a sociedade. Em seguida, 10% dos entrevistados citaram o meio ambiente, 9% saúde pública, 8% crime e segurança, 7% pobreza e por último, com 1%, arte e cultura. Outro dado importante da pesquisa é que 74% dos entrevistados acreditam que o grande papel das empresas na sociedade é estabelecer padrões éticos mais elevados, indo além do que é determinado por lei. Na seqüência, 13% responderam que a função de uma empresa consiste em gerar lucro, pagando impostos e gerando empregos e 12% disseram que a empresa deve ter um padrão de comportamento entre os dois pontos de vista.

7.9.07


"Uma idéia que emociona, cresce e contagia tudo o que toca...é uma idéia-vírus...começa com uma idéia-manifesto, um ensaio lógico, poderoso, que reúne um conjunto de idéias existentes e as transforma em uma idéia maior que é unificada e persuasiva... Enquanto puder realizar o seu manifesto para mudar a forma como as pessoas pensam, falam e agem, você estará criando valor." Seth Godin

Força da marca institucional: a nova vantagem competitiva

Pesquisa da consultoria inglesa Brand Finance divulgada pela revista Época Negócios em sua edição de agosto mostra como a marca, mesmo como um fator intangível, é cada vez mais um fator de diferenciação no mundo dos negócios. Realizada em 20 países, todos os anos a empresa seleciona as 20 marcas mais valiosas do mundo, tendo como critérios o Brand Index, ou Índice de Força da Marca, que indica o peso da marca nos resultados da empresa (resultado de uma pesquisa realizado entre os consumidores e o cruzamento de dados econômico-financeiros fornecidos pela CVM e Guia Valor 1000).
Entre as 100 marcas brasileiros, a Petrobrás figurou em primeiro lugar, com um valor de R$ 8,4 bilhões. Entretanto, o peso de sua marca nas vendas anuais da companhia representa apenas 6% desse valor. A empresa cujo peso da marca é mais influente é a Rede Globo: 12ª no ranking, a sua marca influencia 63% do seu faturamento anual.
Assim como outras pesquisas importantes, o estudo da Brand Finance reforça a importância da marca como diferencial competitivo em diversos setores. A maior diferença é a de apontar a força que vem ganhando a marca institucional como base de credibilidade para as marcas de produtos.

Veja na tabela abaixo a lista dos nove varejistas no ranking da Brand Finance:

Posição
Marca
Setor
Brand Index
Valor da marca
Valor
Marca/ Receita
1
PETROBRAS Petróleo & Distribuição Combustível
56
8.437
6%
2
BRADESCO Serviços Financeiros
68
6.493
17%
3
AMBEV* Bebidas
75
6.023
34%
4
BANCO DO BRASIL Serviços Financeiros
67
5.888
16%
5
BANCO ITAU Serviços Financeiros
65
5.340
18%
6
VOLKSWAGEN Automóveis
64
5.042
29%
7
GENERAL MOTORS Automóveis
67
5.009
30%
8
UNILEVER* Alimentos
78
3.694
49%
9
NESTLÉ* Alimentos
83
3.626
56%
10
CAIXA Serviços Financeiros
56
3.362
12%
11
FIAT Automóveis
67
3.227
30%
12
REDE GLOBO Televisão
84
3.001
63%
13
CASAS BAHIA Lojas de Departmento
63
2.929
30%
14
PÃO DE AÇÚCAR Supermercado
61
2.889
29%
15
CARREFOUR Supermercado
60
2.832
29%
16
TELEFÔNICA Telecomunicação
50
2.815
16%
17
BUNGE * Alimentos
64
2.812
32%
18
SADIA Alimentos
62
2.786
42%
19
WALL-MART Supermercado
59
2.688
29%
20
CORREIOS Serviços Postagem
72
2.591
32%
21
FORD Automóveis
61
2.577
26%
22
VIVO Telecomunicação
57
2.250
17%
23
OI Telecomunicação
46
2.209
14%
24
BANCO REAL Serviços Financeiros
53
2.091
12%
25
TELEMAR Telecomunicação
43
1.908
13%
26
COCA-COLA Bebidas - Refrigerante
83
1.881
64%
27
BRASIL TELECOM Telecomunicação
55
1.763
19%
28
UNIBANCO Serviços Financeiros
50
1.712
10%
29
TOYOTA Automóveis
72
1.625
38%
30
TAM Aviação Comercial
51
1.546
23%
31
NATURA Cosméticos
73
1.501
52%
32
SKOL Bebidas - Cerveja
66
1.500
34%
33
PERDIGÃO Alimentos
53
1.498
33%
34
EMBRATEL Telecomunicação
58
1.431
18%
35
ELETROBRÁS Elétrica/Energia
41
1.332
6%
36
LG Eletroeletrônicos
61
1.308
39%
37
SAMSUNG Eletroeletrônicos
57
1.272
35%
38
CIA VALE DO RIO DOCE Mineração
43
1.264
7%
39
GERDAU Aço/ Ferro/ Aluminio e Afins
52
1.231
5%
40
BRASMOTOR* Eletrônicos
38
1.225
23%
41
BANESPA / SANTANDER Serviços Financeiros
39
1.203
8%
42
IPIRANGA Petróleo & Distribuição Combustível
47
1.181
5%
43
MOTOROLA Aparelhos Celulares e Afins
70
1.105
38%
44
NOKIA Aparelhos Celulares e Afins
69
1.045
38%
45
AVON Cosméticos
70
1.005
39%
46
BOSCH* Produtos de Casa/ Diversos - Aparelhos Eletrônicos
63
1.002
23%
47
MULTIBRÁS* Eletrônicos
63
979
35%
48
GOL LINHAS AÉREAS Aviação Comercial
48
972
25%
49
SIEMENS Aparelhos Celulares e Afins
49
955
30%
50
BRAHMA Bebidas - Cerveja
63
883
33%
51
EMBRAER Construção Aviões
49
858
10%
52
HP Computadores e afins
63
790
32%
53
LOJAS AMERICANAS Lojas de Departmento
61
754
29%
54
PONTO FRIO Lojas de Departmento
56
746
26%
55
SHELL Petróleo & Distribuição Combustível
46
743
5%
56
NET TV a Cabo
46
725
40%
57
KRAFT FOODS* Alimentos
62
710
40%
58
BRASKEM Quimica
48
709
6%
59
MCDONALD'S Alimentos
82
695
52%
60
CEMIG Elétrica/Energia
43
668
7%
61
ABRIL (EDITORA)* Editora Diversos
70
654
45%
62
IBM Consultoria Tecnologia Informação/ Software/ Hardware
37
640
19%
63
SONY Eletroeletrônicos
77
568
50%
64
SÃO PAULO ALPARGATAS* Calçados
63
567
48%
65
CASAS PERNAMBUCANAS Lojas de Departmento
61
554
27%
66
ELMA CHIPS Alimentos
62
552
39%
67
CPFL Elétrica/Energia
39
532
6%
68
ELECTROLUX Eletroeletrônicos
56
531
32%
69
ANTARCTICA Bebidas - Cerveja
50
511
28%
70
ELETROPAULO Elétrica/Energia
39
495
6%
71
TEXACO Petróleo & Distribuição Combustível
39
464
4%
72
SCHINCHARIOL Bebidas - Cerveja
51
462
29%
73
SEMP TOSHIBA Eletroeletrônicos
53
459
32%
74
SULAMÉRICA Seguradoras Saúde
55
435
13%
75
TIM Telecomunicação
47
434
14%
76
GRADIENTE Eletroeletrônicos
69
416
34%
77
DANONE Alimentos
63
383
39%
78
RECORD TV Televisão
59
382
40%
79
GRENDENE Calçados
58
375
34%
80
COPESUL Elétrica/Energia
36
372
6%
81
LOJAS RIACHUELO Lojas de Departmento
58
371
27%
82
ODEBRECHT Construção Civil
62
369
9%
83
MAGAZINE LUIZA Lojas de Departmento
60
362
27%
84
ARACRUZ CELULOSE E PAPEL Papel e Celulose
57
356
16%
85
VOTORANTIM CELULOSE E PAPEL Papel e Celulose
44
354
14%
86
KLABIN Papel e Celulose
42
353
14%
87
SABESP Agua & Saneamento
45
348
6%
88
ESSO Petróleo & Distribuição Combustível
37
340
4%
89
LOJAS RENNER Lojas de Departmento
52
338
24%
90
LOGHT Elétrica/ Energia
31
334
6%
91
COPEL Elétrica/ Energia
39
330
6%
92
XEROX Eletrônicos Diversos
61
329
31%
93
FURNAS Elétrica/ Energia
37
310
6%
94
GAROTO Alimentos
60
307
38%
95
ITAUTEC Computadores e afins
37
299
26%
96
BELGO MINEIRA Aço/ Ferro/ Aluminio e Afins
32
298
4%
97
DPASCHOAL Serviços de Veiculos
34
297
20%
98
SUZANO Quimica/Papel Celulose
51
286
6%
99
ERICSSON Aparelhos Celulares e Afins
41
282
22%
100
PORTO SEGURO Seguradoras Geral
51
280
12%
101
TIGRE Material de Construção
64
271
23%
102
EMBRACO* Eletrónicos
32
263
21%
103
BASF Química
58
262
7%
104
DOW Química
48
259
6%
105
CSN Siderurgia
37
254
4%
106
PROCTER & GAMBLE* Alimentos
65
252
41%
107
KODAK Eletrônicos Diversos
62
247
29%
108
USIMINAS Siderurgia
35
238
4%
109
O BOTICÁRIO Cosméticos
60
238
44%
110
UNIMED Seguradoras Saúde
50
233
12%
111
BOMBRIL Produto de Casa - Limpeza
61
223
35%
112
SUBMARINO Internet - Comércio
49
221
47%
113
SBT Televisão
50
219
37%
114
WEG Maquinário - Diversos
44
219
8%
115
SOUZA CRUZ* Tabaco
41
216
5%
116
COMGÁS Gás/ Energia
48
211
7%
117
VICUNHA TÊXTIL Têxtil
48
206
15%
118
COSIPA Siderurgia
34
183
3%
119
MAKRO Atacadista
34
182
5%
120
LOCALIZA Aluguel de Veículos
39
174
22%
121
CST - CIA SIDERÚRGICA TUBARÃO Siderurgia
34
173
3%
122
WEMBLEY* Textil
32
168
12%
123
COTEMINAS* Textil
39
160
13%
124
AZALÉIA Calçados
56
160
37%
125
ACESITA Aço/ Ferro/ Aluminio e Afins
50
158
5%
126
DURATEX Material Construção - Diversos
26
156
11%
127
AMIL Seguradoras Saúde
41
155
11%
128
PIRELLI Pneus
50
154
5%
129
ULTRAGAZ Gas/ Energia
46
139
6%
130
MAHLE METAL LEVE Maquinário - Diversos
61
136
10%
131
SANTISTA TÊXTIL Têxtil
47
134
15%
132
TERRA Internet - Portal
55
133
23%
133
BRASTEMP Eletrodomésticos
72
131
39%
134
UOL Internet - Portal
57
130
28%

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